- O livro Duas Almas, da Orfeu Negro, venceu o Golden Apple da Bienal de Bratislava e está entre as obras recomendadas pelo júri do Prémio Hans Christian Andersen para 2026.
- A escolha de Inese Zandere como representante da Letónia pelo IBBY foi anunciada no âmbito das recomendações.
- A DGLAB destacou que a seleção reúne títulos relevantes para promover pontes entre culturas e incentivar a tradução e circulação global entre jovens leitores.
- Também foi recomendado Os Sete Cabritinhos, de Tareixa Alonso e Teresa Lima (OQO Editora), entre as obras recomendadas pelo júri internacional.
- No âmbito nacional, Teresa Lima e Alice Vieira foram candidatas ao Hans Christian Andersen escolhidas pelo IBBY Portugal, em parceria com a DGLAB, a Universidade do Minho e a Rede de Bibliotecas Escolares.
- Quanto à Alma, a protagonista do livro, mantém-se viva e com uma imaginação sem limites.
Uma edição recente de literatura infantil destacou obras com impacto internacional. O livro Duas Almas, da Orfeu Negro, recebeu o Golden Apple da Bienal de Bratislava. A obra integra 21 títulos recomendados pelo júri do Hans Christian Andersen para 2026, escolhido pela IBby Letônia, com Inese Zandere à frente.
A história gira em torno de Alma, uma criança com imaginação fértil. Durante férias na quinta da tia-avó, ela presencia um discurso fúnebre que a leva a acreditar ter morrido. O enredo mistura surrealismo, humor e temas de infância.
A lista de obras recomendadas inclui Os Sete Cabritinhos, de Tareixa Alonso com ilustração de Teresa Lima, publicado pela OQO Editora. A seleção é apoiada pela IBBy Portugal/Observatório de Leitura de Pombal, DGLAB, Universidade do Minho e Rede de Bibliotecas Escolares.
Reconhecimento internacional
A Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas explica que a escolha visa promover pontes entre culturas. Os títulos selecionados devem incentivar a tradução e a circulação global entre jovens leitores.
Sobre a narrativa de Alma
O livro de Anete Bajare-Babcuka desafia expectativas com uma protagonista que convive com o invisível. A história utiliza imagens poéticas para explorar identidade, medo e a pertinência da vida. A obra mantém-se bem viva entre leitores.
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