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Cerimónias fúnebres de Mário Zambujal começam este sábado em Lisboa

Cerimónias fúnebres de Mário Zambujal iniciam-se no sábado, em Lisboa, com velório na Basílica da Estrela e cremação no Alto de São João

Foto: Estela Silva/Lusa
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  • Cerimónias fúnebres de Mário Zambujal começam no sábado, às 17h, na Basílica da Estrela, em Lisboa, com missa às 20h.
  • No domingo, realiza-se a cremação numa cerimónia privada, às 11h, no Cemitério do Alto de São João.
  • Mário Zambujal nasceu a 5 de março de 1936, em Moura, Alentejo, e morreu aos 90 anos.
  • Foi jornalista e escritor conhecido pela Crónica dos Bons Malandros (1980); teve carreira em várias redações, como O Século, Mundo Desportivo, A Bola, Diário de Lisboa, Diário de Notícias e Se7e.
  • Ao longo da carreira recebeu reconhecimentos, incluindo a Medalha de Mérito Cultural (2016), mural em São Domingos de Benfica (2022) e o prémio Gazeta de Mérito (2025).

As cerimónias fúnebres do jornalista e escritor Mário Zambujal arrancam no sábado, em Lisboa, com o velório a partir das 17h na Basílica da Estrela e missa às 20h. O funeral prolonga-se no domingo, com cremação às 11h no Cemitério do Alto de São João, também na capital. A família confirma à Lusa.

Mário Zambujal, que morreu aos 90 anos, destacou-se pela obra Crónica dos Bons Malandros (1980) e pela atividade jornalística em vários títulos. O escritor nasceu a 5 de março de 1936, em Moura, no Alentejo, e viveu em Lisboa.

Ao longo da carreira, ocupou cargos relevantes no jornalismo e na imprensa desportiva. Foi chefe de redação do O Século, dirigiu o Mundo Desportivo e integrou redações do A Bola, Diário de Lisboa e Diário de Notícias. Foi o primeiro director do semanário Se7e.

Entre os restantes cargos, destacou-se no semanário O Jornal, como subdiretor do Record e diretor interino do Tal & Qual. Trabalhou no eixo Bairro Alto – Avenida da Liberdade e integrou a edição de A Mosca, suplemento do Diário de Lisboa. Também foi colunista do 24 Horas e dirigiu o Jornal Sénior (2013-2014).

A obra de Zambujal abrange romances, crónicas e peças para televisão e teatro. O seu legado literário inclui títulos como Histórias do fim da rua e Primeiro as senhoras, entre outros. Em 2020, foi homenageado pelo festival Escritaria, em Penafiel.

Ao longo dos anos, Zambujal recebeu diversas distinções. Em 1984 foi condecorado como oficial da Ordem do Infante D. Henrique. Em 2016, a Câmara de Lisboa reconheceu-lhe a carreira com a Medalha de Mérito Cultural. Em 2022 recebeu um mural em São Domingos de Benfica, numa homenagem da Junta de Freguesia.

Recentemente, em 2025, o Clube de Jornalistas atribuiu-lhe o Prémio Gazeta de Mérito pela carreira. Em 2026, três obras dele conheceram edições comemorativas, com prefácios de figuras públicas e escritores conceituados. O autor permanece conhecido pela linguagem ágil e pela perspetiva crítica da vida urbana.

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