- Espinho visa transformar as estátuas vivas numa referência mundial, com a Praça Doutor José Oliveira Salvador e o Parque João de Deus a acolher a programação.
- A segunda edição do Encontro Nacional de BodyPainting reuniu criativos de várias áreas sob direção de Nuno Esteves, conhecido como “Blue”.
- A autarquia afirma que a vertente BodyPainting faz parte de uma estratégia para elevar a dimensão do evento e atrair mais público.
- O Encontro Internacional de Estátuas Vivas é visto como património a preservar, com iniciativas complementares para enriquecer a experiência cultural e turística.
- Este ano contam com 35 estátuas em concurso, com o objetivo de crescer e atrair artistas nacionais e estrangeiros, elevando a qualidade artística.
A edição de estreia de 2026 de Espinho reúne, pela segunda vez, o Encontro Nacional de BodyPainting. A programação decorre na Praça Doutor José Oliveira Salvador e no Parque João de Deus, com artistas a pintar corpos ao vivo. A abertura atraiu curiosos logo na primeira tarde.
Sob a direção de Nuno Esteves, conhecido como Blue, o evento junta criativos de várias áreas artísticas. A Câmara Municipal pretende elevar a dimensão do encontro e consolidar Espinho como palco mundial da imobilidade expressiva.
A autarquia qualifica o BodyPainting como complemento do já carismático Encontro Internacional de Estátuas Vivas. A aposta passa por enriquecer a programação para atrair públicos diversificados e dinamizar o turismo cultural.
Objetivos de internacionalização
Este ano, o festival conta com 35 estátuas em concurso, parte de uma estratégia de crescimento sustentado. O objetivo é atrair mais artistas nacionais e estrangeiros e elevar a qualidade artística do certame.
Estratégia de desenvolvimento turístico
A Câmara quer ampliar o alcance do evento, reforçando a presença de iniciativas paralelas como o Encontro de BodyPainting. A meta é oferecer uma experiência cultural mais completa e ampliar a atratividade da cidade.
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