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Autocolantes de Pacheco Pereira revelam causas, cores políticas e histórias

Exposição no Mude analisa autocolantes políticos de Portugal, explosão de popularidade após o 25 de Abril e voz a causas ambientais

Um dos autocolantes da exposição *Autocolante: Iconografia da Liberdade*, no Mude - Museu do Design, mostra o próprio José Pacheco Pereira, quando foi candidato à Câmara de Aveiro
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  • A exposição Autocolante: Iconografia da Liberdade está no Mude – Museu do Design, em Lisboa, com autocolantes ligados à pertença e à história do 25 de Abril.
  • A mostra destaca como os autocolantes passaram de propaganda política a objeto de arte urbana e forma de expressão coletiva.
  • O historiador José Pacheco Pereira comenta as histórias por trás dos símbolos, sublinhando a popularidade destes itens após a Revolução dos Cravos.
  • O humor surge na conversa sobre a ausência de autocolantes de José Sócrates, sugerindo que o PS pode ter “queimado” tudo.
  • Além de contextos políticos, os autocolantes também refletem causas ambientais e humanitárias, ganhando cor e narrativa na exposição.

A exposição Autocolante: Iconografia da Liberdade está em cartaz no Mude – Museu do Design, em Lisboa, para mostrar a importância dos autocolantes como símbolos de pertença que ganharam força com o 25 de Abril.

A mostra faz uma viagem pela história dos autocolantes, que funcionam como propaganda, arte urbana e voz de causas ambientais ou humanitárias. A curadoria destaca o papel destes objetos no corpo das pessoas e na vida pública.

O historiador José Pacheco Pereira, também colunista do PÚBLICO, participa da narrativa da exposição ao partilhar estórias associadas aos autocolantes e à sua evolução desde o regime anterior até ao presente.

O conjunto de peças revela uma ligação entre cores, símbolos e palavras, que ajudaram a moldar identidades políticas e sociais. A mostra sublinha a popularidade crescente do formato após a Revolução de 1974.

A exposição enfatiza que os autocolantes deixaram de ser apenas propaganda para ganhar dimensão artística e documental, oferecendo pistas sobre movimentos sociais e o dia a dia das comunidades.

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