- O Hotel Paradoxo, texto de Marco Mendonça e encenação de Alex Cassal, homenageia as pequenas vidas perdidas na imensidão do universo.
- A encenação pode ser observada no Planetário da Marinha, em Lisboa.
- Os espectadores são convidados a imaginar uma viagem até Proxima Centauri, a 4,25 anos-luz da Terra.
- Proxima Centauri fica a 40 biliões de quilómetros, numa viagem que envolve velocidades que podem rivalizar com a da luz.
- A peça apresenta uma história íntima dentro do contexto cósmico, sem antecipar conclusões nem juízos.
O Hotel Paradoxo, com texto e encenação de Alex Cassal, é uma homenagem às pequenas vidas perdidas na imensidão do universo. A montagem pode ser observada no Planetário da Marinha, em Lisboa.
A apresentação convida o público a uma experiência que transcendе a tela, mantendo o foco nas carências e fragilidades da existência humana frente ao cosmos.
Segundo a narrativa, ao entrar no Planetário da Marinha, o espectador pode ser convocado para viajar até Proxima Centauri, uma estrela a apenas 40 biliões de quilómetros ou 4,25 anos-luz da Terra.
A obra envolve o público com a ideia de uma viagem que se processa sob condições de velocidade que rivalizam com a da própria luz, num culto à memória de vidas pequenas e perdidas no espaço.
O elenco e a direção cinematográfica permanecem ativos na encenação, que utiliza o espaço do planetário para explorar temas de tempo, distância e mortalidade.
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