- A Exposição Internacional da Bienal de Veneza apresenta In Minor Keys, sob a curadoria de Koyo Kouoh.
- Koyo Kouoh nasceu em 1967 e faleceu em maio de 2025, aos 57 anos, vítima de cancro.
- A curadora-geral orientou a mostra até ao desfecho da sua vida, com a exposição marcada pela sua visão.
- A pré-inauguração da Bienal decorreu entre os dias 6 e 8 de maio, reunindo espectadores que acompanharam o arranque do evento.
- O texto de apresentação sugere a força da visão de Kouoh e levanta a hipótese do que In Minor Keys poderia ter sido se a curadora a tivesse concretizado na íntegra.
A Bienal de Veneza abriu com a Exposição Internacional que aborda a poesia inacabada, refletindo a visão de Koyo Kouoh, curadora-geral da 61.ª edição. O texto de apresentação de In Minor Keys sugere um convite à respiração e ao relaxamento, numa abertura que marcou o arranque da mostra.
Kouoh faleceu em maio de 2025, aos 57 anos, vítima de cancro. A notícia chegou durante a preparação da exposição, colocando ponto final na curadoria que guiava o evento. A tragédia pessoal coincide com o momento de estreia da mostra para o público.
Entre 6 e 8 de maio, a pré-inauguração reuniu participantes e imprensa na cidade de Veneza, Itália, para observar a produção que ficaria marcada pela ausência de uma voz curatorial que a teria conduzido plenamente.
Impacto da curadoria e do legado
A obra em foco, In Minor Keys, é apresentada numa perspetiva que se vê na prática da curadora. A morte de Kouoh levanta questões sobre o desfecho criativo da exposição e o futuro da narrativa que ela pretendia partilhar com o público. A mostra continua em exibição, sob a organização de outras equipes envolvidas na curadoria.
Entre na conversa da comunidade