- Felipe VI entregou em Toronto o Prémio Joan Margarit de Poesia 2025 a Margaret Atwood, durante a visita de três dias do chefe de Estado ao Canadá.
- A cerimónia decorreu na Universidade de Victoria, com leitura de poemas escritos por Margaret Atwood e pelo falecido poeta catalão Joan Margarit, lido por Mónica e Pol Lezcano Margarit.
- Durante o discurso, o rei afirmou que o prémio é uma prova de gratidão por Atwood ter ensinado a ler melhor o tempo e as suas sociedades.
- A visita incluiu encontros empresariais e reuniões com responsáveis políticos, tendo sido recebido pelo primeiro-ministro David Carney (Mark Carney) e pela comitiva liderada pelo vice-primeiro-ministro Carlos Cuerpo.
- Margaret Atwood lembrou, em discurso, que, em regimes autoritários, os poetas são entre os primeiros a serem silenciados por denunciarem o que é proibido.
O rei Felipe VI entregou em Toronto o Prémio Joan Margarit de Poesia 2025 a Margaret Atwood, durante a visita de três dias ao Canadá. A cerimónia decorreu na Universidade Victoria.
O evento marca quase duas décadas desde o reconhecimento inicial da escritora canadiana com o Prémio Princesa das Astúrias das Letras. O prémio foi instituído pelo Instituto Cervantes em setembro passado.
Durante a cerimónia, Mónica e Pol Lezcano Margarit, filha e neto do poeta catalão falecido em 2021, leram poemas de Atwood e de Margarit. A leitura ocorreu no âmbito da entrega do galardão.
O discurso de Atwood, intitulado Poesia em tempos difíceis, destacou que poetas são frequentemente silenciados em regimes autoritários por exprimirem verdades proibidas. O evento contou com a presença de oficiais canadenses e o Primeiro-Ministro local.
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