- O Estado comprou em 2025, para museus e palácios, um lote de dezesseis azulejos do século XVIII, incluindo uma peça associada a José Malhoa, para o Museu do Azulejo.
- O conjunto inclui um painel de azulejos do século XVIII que faz parte das obras adquiridas para o património museológico.
- O lote está a deixar de fora um retábulo importante que também era alvo de aquisição.
- A notícia destaca uma cena com fidalgos que utilizam garfo, elemento histórico relevante para o conjunto.
- A compra faz parte de um conjunto de aquisições do Estado em 2025 para museus e palácios, ampliando o património cultural disponível.
O Estado português comprou um painel de azulejos do século XVIII, que retrata fidalgos a usar garfo. O lote inclui 16 peças, adquirido em 2025 para museus e palácios. Entre as peças está uma obra de José Malhoa; um retábulo importante ficou de fora.
A cena mostra pessoas de corte a manusear o garfo, um utensílio que chegou à Europa no século XI. O garfo veio do Oriente e despertou resistência da Igreja, que recomendava que os católicos comessem com as mãos, conforme a tradição divina.
Segundo o levantamento, a aquisição integra 16 peças, entre azulejos e possivelmente outras obras, e reforça a coleção pública. A inclusão de José Malhoa contrasta com a exclusão de um retábulo relevante na seleção realizada em 2025.
Aquisição e peças
A operação visa fortalecer museus e palácios com peças de época. A curadoria indica que a remontagem histórica permite compreender hábitos alimentares e símbolos de status no período. O conjunto será exposto em unidades do Estado, conforme planejamento institucional.
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