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Peça Um interrogatório em Lisboa procura assassino em série

Peça britânica em Lisboa usa vídeo em tempo real para desvendar mistério, levantando questões de ética, justiça e preconceito

Eduarda Arriaga e Simon Frankel em 'Um Interrogatório'
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  • Peça britânica Um Interrogatório, de Jamie Armitage, está em cena no Teatro Paulo Claro, em Lisboa, com encenação de Nuno Gonçalo Rodrigues.
  • Eduarda Arriaga interpreta a detetive e Simon Frankel interpreta o suspeito, acusado de matar uma mulher e de a ter feito desaparecer.
  • A encenação inclui vídeo em tempo real que mostra imagens dos próprios atores para desvendar o mistério.
  • O diretor afirma que a peça é um “duelo de cérebros” e aborda ética, justiça, preconceito de género e classe, com uma linguagem de séries policiais.
  • O espetáculo fica em cena até 23 de maio, pela associação Artistas Unidos.

O Teatro Paulo Claro, em Lisboa, recebe a peça britânica Um Interrogatório, encenada por Nuno Gonçalo Rodrigues. A produção, apresentada pelos Artistas Unidos, coloca uma detetive frente a um suspeito em sala de interrogatório. A história gira em torno de homicídio e desaparecimento, com o suspeito a negar as acusações.

Eduarda Arriaga interpreta a detetive, enquanto Simon Frankel dá vida ao suspeito, que alega estar a ser vítima de perseguição e a ser alvo de preconceito. O confronto entre os personagens é descrito como um duelo de cérebros, com reviravoltas a chegar até ao final.

A encenação integra recursos de vídeo em tempo real, que mostram as expressões dos próprios intérpretes e oferecem perspetivas múltiplas do que se passa em palco. O objetivo é revelar o mistério através de uma leitura que vai além da aparência simples da história.

O texto é do britânico Jamie Armitage e chegou aos Artistas Unidos por um circuito familiar, segundo o encenador. Rodrigues destaca que o vídeo permite explorar ética, justiça, preconceito de género e classe, temas centrais da peça.

No elenco acompanham-se Eduarda Arriaga, Simon Frankel e Américo Silva, que interpreta o chefe da equipa de investigação. A direção descreve o elenco como escolhido de forma intuitiva, procurando potenciar a tensão dramática entre personagens.

Um Interrogatório fica em cena até ao dia 23 de maio, em Lisboa, oferecendo uma leitura que mistura elementos de séries policiais com uma dramaturgia que pede reflexão sobre questões sociais. A produção mantém o tom de suspense e ambiguidade até ao desfecho.

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