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Estudantes desperdiçam milhões em festas universitárias

Porto, Coimbra e Braga investem cerca de 5,5 milhões de euros na Queima das Fitas, com foco em artistas de renome e forte dispositivo de segurança

Xutos e Pontapés encerram a Queima das Fitas do Porto no dia 9
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  • Em Porto, Coimbra e Braga, o investimento total na Queima das Fitas atinge cerca de 5,5 milhões de euros, para contratar artistas e cobrir outras despesas.
  • Em Coimbra, o orçamento é de 2,2 milhões de euros, com 600 mil euros destinados aos artistas e apoio municipal de 110 mil euros em serviços; a edição anterior teve lucro de 140 mil euros.
  • No Porto, o investimento deve manter-se próximo do de Coimbra, com o foco na segurança do Queimódromo, onde vão atuar mais de cinco centenas de profissionais diários e há várias medidas de vigilância.
  • Braga prepara o Enterro da Gata, com um orçamento de 1,1 milhão de euros; o cartaz destaca Chico da Tina.
  • Lisboa não terá cartaz de concertos este ano; outras cidades universitárias, como Algarve e UTAD, já anunciaram eventos e nomes, com preços de entrada para estudantes entre 12 e 15 euros.

A Queima das Fitas, a maior festa académica de Portugal, aproxima-se em várias cidades. Em Porto, Coimbra e Braga, as associações estudantis investem cerca de 5,5 milhões de euros para contratar artistas de renome e cobrir despesas logísticas. O evento celebra a conclusão dos ciclos de estudo.

Em Coimbra, berço da tradição desde o século XIX, o orçamento total ronda os 2,2 milhões de euros, com 600 mil euros destinados aos artistas. A Câmara Municipal entra com cerca de 110 mil euros em serviços, num apoio considerado insuficiente pela organização. No ano anterior houve lucro de 140 mil euros.

No Porto, o investimento mantém o patamar de Coimbra, com ênfase na segurança. O Queimódromo terá o maior investimento em segurança do festival, representando 35% do total. São esperados mais de 500 profissionais diários entre PSP, Proteção Civil, segurança privada e bombeiros, com 12 torres de vigia e 100 câmaras.

Orçamento e logística

Ao todo, passam pelo Queimódromo cerca de 50 artistas entre DJs, bandas e humoristas, distribuídos por três palcos até 9 de maio. Em Braga, o Enterro da Gata tem um orçamento de 1,1 milhões de euros, com o Velório da Gata e serenatas no Largo do Paço.

Outras cidades e datas

Em Évora, com orçamento não divulgado, atuam Quim Barreiros, Badoxa e Richie Campbell. Em Lisboa, a Queima das Fitas está marcada para 15 e 16 de maio, na Cidade Universitária, sem cartaz de artistas ainda anunciado. Em Algarve, a Queima decorre de 1 a 9 de maio, com concertos no Estádio do Algarve, destacando Rosinha, Mizzy Miles e Regula.

Na UTAD, as festividades começaram a 28 de abril e terminam este domingo, com o cortejo académico em Vila Real. Em quase todas as cidades, a entrada tem valor entre 12 e 15 euros para estudantes, com limite de idade de 16 anos nos recintos.

Contexto histórico

Historicamente, Coimbra iniciou esta tradição no final do século XIX, associando as cerimónias a rituais de antigas secções académicas. Desde 1919, a Queima das Fitas mantém-se como marco anual nas universidades do país.

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