- O podcast Livros da Piça, criado por Bruno Henriques e Sérgio Duarte, analisa livros que consideram maus, desde autoajuda a fantasia, avaliando com uma nota de zero a dez em “piças”.
- O programa, já na terceira temporada, grava na rádio AVfm em Ovar e já abordou obras de autores como Cristina Ferreira, Colleen Hoover, Bárbara Corby e Rui Sinel de Cordes, entre outros.
- A dupla lê títulos cuja seleção inclui best-sellers e obras menos conhecidas, com o método de alternar quem lê o livro em cada episódio; há episódios em que os dois leem, mas a prática não se mantém.
- Além do áudio, o projeto ganhou formato ao vivo desde novembro de dois mil e vinte e cinco, com apresentações em Braga, Lisboa, Coimbra, Porto, Viseu e Faro, entre setembro e outubro de dois mil e vinte e seis; as sessões ao vivo não contam com edição.
- O duo já relatou que a preparação é trabalhosa, porém o humor nasce da conversa durante a leitura; alguns episódios de interlúdio recomendam títulos bons. Estão ativos desde maio de dois mil e vinte e três e mantêm uma comunidade de ouvintes que sugerem leituras.
Bruno Henriques e Sérgio Duarte lançaram o podcast Livros da Piça, onde leem títulos que consideram maus e discutem-nos de forma humorística. O formato envolve leitura prévia de obras da autoajuda à fantasia, avaliadas com a métrica das “piças”.
O projeto é parte de uma parceria iniciada há mais de uma década, mantendo-se ativo desde 2023. O programa surge na AVfm, em Ovar, onde os dois gravam a maioria dos episódios e consolidam a equipa de produção com José Duarte.
Na prática, o “herói” de cada episódio é alternado entre os dois, com avaliações que vão de zero a dez, mas traduzidas em “piças” para a escala de humor. A ideia central não é apenas odiar, mas partilhar uma análise crítica com humor.
O trio de apresentadores já analisou desde best-sellers até obras menos conhecidas, incluindo títulos de ficção, desenvolvimento pessoal e poesia. Algumas leituras são adquiridas em feiras ou alfarrabistas, outras chegam através de recomendações.
O podcast ganhou público desde o primeiro episódio de 2023. O episódio dedicado a A Cicatriz, de Maria Francisca Gama, marcou um crescimento significativo de ouvintes, enquanto o episódio sobre Monstro, de Rui Sinel de Cordes, figura entre os mais ouvidos.
Com o sucesso digital, os criadores expandiram para o formato ao vivo. Em novembro de 2025 realizaram dois episódios em Braga, abrindo caminho para atuações em Lisboa, Coimbra, Porto, Viseu e Faro, com novas datas anunciadas.
A preparação dos espetáculos ao vivo envolve escrita, ensaios e logística, mas o duo descreve o processo como menos exigente que a edição de áudio. A experiência de palco é encarada como treino para manter o fluxo rápido e improvisado.
O projeto mantém uma comunidade de fãs que envia sugestões e participa nos formatos de interação online. Enquanto alguns episódios são menos ouvidos, as reagentes costumam surgir nos comentários e nas redes sociais, fortalecendo o ciclo de produção.
Entre as escolhas de “pior livro” feitas pelos apresentadores, destacam-se obras marcantes pela recepção pública. O autor Bruno aponta Pai rico, Pai Pobre como exemplo de título que espelha a maldade da ideia, enquanto Sérgio cita A Última Madrugada do Islão, de André Ventura, como uma obra com percurso polémico.
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