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Plano até 2030 visa reativar o CCB e aumentar receitas sem metas

Plano até 2030 visa reactivar o Centro Cultural de Belém e aumentar a receita, sem metas definidas, visando sustentabilidade financeira e maior autonomia

A actual administração do CCB, presidida por Nuno Vassallo e Silva, tem Rita Romão e Rui Morais como vogais
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  • O Plano até 2030 do Centro Cultural de Belém pretende reativar o espaço e aumentar a sua receita, sem definir metas quantificáveis.
  • A prioridade é a sustentabilidade financeira da maior instituição cultural pública do país, mantendo as contribuições do Estado.
  • Entre os objetivos está atrair mais visitantes e espetadores, fortalecer o mecenato e obter mais fundos europeus.
  • A estratégia aposta numa maior abertura à cidade e ao mundo para aumentar a receita e a autonomia económica.
  • O documento define as próximas fases para quase cinco anos, a partir de agora.

O Centro Cultural de Belém (CCB) elaborou um plano para o período até 2030 que visa reativar a instituição e aumentar a sua receita. O objetivo passa por maior sustentabilidade económica e maior autonomia, sem reduzir as contribuições estatais.

O documento estratégico aponta metas para os próximos quase cinco anos, com foco em atrair mais visitantes, ampliar o público espectador, atrair mecenato, intensificar a captação de fundos europeus e abrir o CCB à cidade e ao mundo.

Quem está envolvido: o próprio CCB, com orientação a partir do governo e de entidades públicas associadas, que participam na definição das prioridades do novo ciclo. O objetivo é consolidar a posição do centro como o maior espaço cultural público do país.

Quando e onde: o plano abrange o periodo de 2026 a 2030, com início imediato de ações piloto. A localização permanece o Centro Cultural de Belém, em Lisboa, cenário de grande relevância cultural nacional.

Porquê: a estratégia assenta na combinação de maior público, mais receitas próprias e apoio comunitário para sustentar a atividade artística, exposições, concertos e programações, mantendo o papel do Estado como base de financiamento.

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