- Morreu neste sábado, aos 66 anos, Diogo Ramada Curto, historiador, professor catedrático e director da Biblioteca Nacional de Portugal.
- Nasceu em Lisboa a 22 de abril de 1959; licenciou-se em História e doutorou-se em Sociologia Histórica pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.
- Foi professor catedrático no Departamento de Estudos Políticos da Universidade Nova de Lisboa e professor visitante em várias instituições internacionais.
- Em 2014 foi distinguido com o Prémio P.E.N. Clube (ensaio) e, em 2015, com o Prémio Jabuti (colectivo) pelas suas obras.
- Desde 2024 acumulava a cátedra na Universidade Nova e a função de director-geral da Biblioteca Nacional, sucedendo Inês Cordeiro; faleceu em Lisboa poucos dias antes de completar 67 anos.
Diogo Ramada Curto, historiador, professor catedrático e director da Biblioteca Nacional, morreu neste sábado aos 66 anos. A notícia foi avançada pelo Expresso, jornal para o qual escrevia há vários anos. Ramada Curto deixa um legado ligado à história global e colonialismo.
Nasceu em Lisboa a 22 de Abril de 1959. Licenciou-se em História e doutorou-se em Sociologia Histórica pela Universidade Nova de Lisboa, onde foi professor catedrático no Departamento de Estudos Políticos.
Vida académica e internacional
Especialista em história global, Ramada Curto lecionou ainda no estrangeiro, em instituições como a École des Hautes Études en Sciences Sociales, Yale, USP e Universitat Autònoma de Barcelona. Entre 2000 e 2008 integrou o Instituto Universitário Europeu de Florença.
Foi distinguido com o Prémio P.E.N. Clube (Ensaio) em 2014 pela obra Para que Serve a História? e, em 2015, com o Prémio Jabuti (colectivo) pela O Brasil Colonial. Coordenou diversas obras colectivas sobre livro e leitura.
Foi responsável por séries e colecções, como Memória e Sociedade, na Difel, e História e Sociedade, nas Edições 70 da Almedina, dirigidas com Nuno Domingos e Miguel Bandeira Jerónimo.
Diretor da Biblioteca Nacional
Desde 2024 acumulava a cátedra na Universidade Nova com o cargo de director-geral da Biblioteca Nacional de Portugal, sucedendo a Inês Cordeiro. Ramada Curto morreu em Lisboa, a poucos dias de completar 67 anos.
Entre na conversa da comunidade