- O Teatro Maria Vitória, em lisboa, está encerrado desde a tempestade de 10 de fevereiro, sem data prevista de reabertura.
- Cerca de cinquenta pessoas da companhia e da equipa técnica permanecem sem trabalhar.
- A Câmara Municipal de Lisboa, proprietária, anunciou que parte do telhado e do tecto cedeu, segundo avaliação de peritos.
- As obras exigem intervenção estrutural e passam por concurso público, receção de candidaturas, análise de propostas e adjudicação, o que pode demorar.
- A Câmara estuda formas de ressarcir os trabalhadores, e a atriz Patrícia Candoso revelou na redes sociais a frustração com o atraso na reabertura.
O Teatro Maria Vitória, em Lisboa, está encerrado desde a tempestade de 10 de fevereiro e não há previsão de reabertura. Cerca de 50 trabalhadores da companhia e da equipa técnica ficaram sem trabalho.
A avaliação realizada pela Câmara Municipal de Lisboa, proprietária do espaço, indica que o acidente foi causado pela cedência de terreno e partida de um vigamento, com queda de parte do telhado e do tecto, colocando em risco a segurança das pessoas.
Segundo o produtor e arrendatário Hélder Freire Costa, as obras de recuperação exigem intervenções estruturais, não simples reparos. O teatro tem 102 anos e precisa de um concurso público para adjudicação da obra, o que atrasará qualquer retorno ao palco.
Miguel Dias, ator, músico e autor da casa, afirma que a empresa que gere o Maria Vitória ainda pagou o mês de fevereiro, e a Câmara estuda formas de ressarcir os profissionais. O grande ponto de incerteza é o tempo necessário para a reabertura.
Patrícia Candoso, atriz que atuava na revista Pára, que é Urgente, confirmou em redes sociais a frustração com a paralisação. Ela referiu que o despedimento do público ocorreu sem retorno previsto para o fim do espetáculo.
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