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José Carlos de Vasconcelos, poeta que escreve apenas por necessidade

José Carlos de Vasconcelos afirma escrever por necessidade; lança Os Sete Sentidos e Outros Lugares no Correntes d’Escritas, mantendo que a poesia não está na moda

José Carlos de Vasconcelos no Correntes d'Escritas
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  • O poeta José Carlos de Vasconcelos lançou, pela editora Dom Quixote, o livro Os Sete Sentidos e Outros Lugares, no âmbito do Correntes d’Escritas.
  • O lançamento sucede a um hiato de mais de uma década, desde o livro de poemas O Mar a Mar a Póvoa — II, de 2013.
  • A apresentação no festival da Póvoa de Varzim revelou que o autor escreve poesia “por necessidade”, algo que “se impõe”.
  • Vasconcelos afirmou não sentir muita obrigação de publicar e reconheceu que “a poesia não está nada na moda”.

Pouco depois de mais de uma década, o poeta José Carlos de Vasconcelos apresentou no festival Correntes d’Escritas, na Póvoa de Varzim, o livro Os Sete Sentidos e Outros Lugares, publicado pela Dom Quixote. Este é o seu regresso à poesia desde O Mar a Mar a Póvoa — II (2013).

Durante a apresentação, o autor revelou escrever poesia por necessidade, uma força que se impõe. No entanto, afirmou não sentir obrigação de publicar sempre e reconheceu que a poesia não está, atualmente, na moda.

O novo título chega ao público no âmbito do festival literário, que funciona como palco de lançamento. Vasconcelos mantém uma relação frequente com a escrita, mas não se restringe a um único formato de divulgação ou de publicação.

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