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Festival DDD regressa ao Porto, Matosinhos e Gaia com 50 espectáculos

Décima edição do DDD regressa ao Porto, Matosinhos e Gaia entre 8 e 19 de abril com cinquenta espectáculos, treze estreias absolutas e cinco nacionais

Encruzilhada, nova criação de Renan Martins para o Balé de São Paulo, abre o DDD
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  • A décima edição do DDD realiza-se entre 8 e 19 de abril, no Porto, Matosinhos e Gaia, com cinquenta apresentações, treze estreias absolutas e cinco nacionais.
  • A abertura privilegia duas estreias: no Rivoli, Encruzilhada, criação de Renan Martins para o Balé de São Paulo; e no Coliseu do Porto, The Death at the Club, de Candela Capitán.
  • O festival reúne criadores nacionais e internacionais, incluindo Alice Ripoll, Candela Capitán, Éric Minh Cuong Castaing, Tânia Carvalho e Diana Niepce.
  • Entre as propostas destacam-se obras de diversas gerações portuguesas e internacionais, com novidades como Ventre do Vulcão, a.travessa.da, Hornfuckers e Tarab (encerramento).
  • O encerramento ocorre a 18 de abril, com Tarab, de Éric Minh Cuong Castaing e da Companhia Shönen, no parque de estacionamento Siloauto, em parceria com o Palácio da Bolsa e o Teatro Helena Sá e Costa.

O DDD – Festival Dias da Dança regressa ao Porto, Matosinhos e Gaia na sua 10.ª edição, entre 8 e 19 de abril. O evento apresenta 50 espectáculos, com 13 estreias absolutas e cinco nacionais, anunciadas pela organização.

A abertura acontece no Rivoli em 8 de abril com a estreia nacional de Encruzilhada, criação de Renan Martins para o Balé de São Paulo. A programação é apresentada pelo director artístico do Teatro Municipal do Porto, Dre w Klein, na conferência de imprensa.

No Coliseu do Porto segue-se The Death at the Club, de Candela Capitán, uma obra que investiga o corpo humano sob tensão numa pista de dança. O espectáculo abre o festival com uma leitura crítica de movimento e presença.

Estrutura e visão

Durante a apresentação, o DDD celebra dez anos e reforça a rede de criação entre Porto, Matosinhos e Gaia em doze dias intensos, com foco na vitalidade da dança contemporânea e na cooperação entre criadores.

Alguns nomes nacionais de distintas gerações integram a programação, entre as peças destacadas encontram-se Farsa de Catarina Miranda, Reberberações de Wura Moraes e Ventre do Vulcão de Tânia Carvalho.

A par desta programação constam também Agora Baixou o Sol de Luísa Saraiva, a.travessa.da de Piny, Hornfuckers de Diana Niepce e How to kill … For The Sake of Dying de Xana Novais.

Parcerias e espectáculos internacionais

Entre as obras internacionais, a brasileira Alice Ripoll retorna ao DDD com Adorno, a marroquina Bouchra Ourziguen apresenta Este Mundo pela companhia Dançando com a Diferença, e TAO Dance Theater traz uma double bill com 16 e 17 de abril.

O encerramento ocorre a 18 de abril com Tarab, uma colaboração entre Éric Minh Cuong Castaing e a Companhia Shönen. A peça, encenada no parque de estacionamento Siloauto, envolve participação do público e oito intérpretes do Egipto, Palestina e Líbano, com música de Rayess Bek.

Além disso, o festival reforça parcerias locais, incluindo Siloauto, Palácio da Bolsa e Teatro Helena Sá e Costa, ampliando a relação entre espaços culturais e artistas emergentes.

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