Foi detida no Aeroporto I Gusti Ngurah Rai, em Bali, no mês de junho, quando tentava seguir para Abu Dhabi. A autoridade local informou que na bagagem estavam munições de calibre 22 LR. A defesa alega que a médica não sabia da presença das munições na mala, que teriam ficado esquecidas após uma prova de tiro em Portugal.
Carolina de Freitas Nunes, psicóloga portuguesa de 47 anos, permanece envolvida no caso, que ganhou destaque internacional. Durante a detenção, teve de enfrentar regras rigorosas e dificuldades de comunicação, o que contribuiu para manter o processo complexo.
Ao longo de 15 dias, esteve detida e foi hospitalizada devido a problemas de saúde surgidos durante o período de prisão. A situção foi descrita pela própria como extremamente grave, caracterizando-a como um pesadelo vivido longe de casa.
Chegou ao aeroporto de Lisboa esta manhã, onde foi recebida pela família. A imprensa local citou-a como tendo expressado alívio por regressar a Portugal e por reencontrar os familiares após o período de incerteza.
Detenção em Bali
A detenção ocorreu no dia em que a psicóloga tentava embarcar para o Médio Oriente. As autoridades balinesas mantiveram-na sob custódia enquanto investigavam a origem e a finalidade das munições.
O caso envolve aspetos logísticos e legais complexos, incluindo a comunicação entre autoridades portuguesas e indonésias. As informações oficiais foram apresentadas de forma contínua pelas fontes policiais locais.
Retorno a Portugal
Em Lisboa, a família celebrou o reencontro após várias semanas de incerteza. A psicóloga encontra-se a recuperar-se e aguarda próximos desenvolvimentos legais do processo. As autoridades portuguesas não divulgaram detalhes adicionais neste momento.
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