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Gémeas portuguesas detidas por tráfico de droga aguardam acusação após três meses

Gémeas portuguesas permanecem em prisão preventiva em Genebra por no mínimo três meses, para o Ministério Público apresentar acusação num caso de tráfico de cannabis

As gémeas portuguesas fizeram uma paragem no Dubai, onde se fotografaram para as redes sociais
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  • As gémeas portuguesas Leila e Laila Lourenço, de 22 anos, ficarão em prisão preventiva por pelo menos três meses em Genebra.
  • Este período serve para que o Ministério Público de Genebra deduza a acusação num processo-crime.
  • Foram detidas a 24 de junho no aeroporto de Genebra, na sequência de uma viagem entre Banguecoque e Lisboa.
  • Nas bagagens foram encontrados dezenas de quilos de cannabis, o que levou à detenção imediata.
  • O facto já tinha sido divulgado pelo CM.

As gémeas portuguesas Leila e Laila Lourenço, de 22 anos, permanecem em prisão preventiva por, pelo menos, três meses. O Ministério Público de Genebra é que deverá deduzir a acusação neste caso de tráfico de droga. A detenção acontece no âmbito de um processo-crime em que as irmãs são suspeitas de envolvimento no comércio de cannabis.

As irmãs foram detidas a 24 de junho no aeroporto de Genebra, na cidade suíça, onde foram intercetadas durante a segunda escala de um itinerário entre Banguecoque, Tailândia, e Lisboa. Nas bagagens de Leila e Laila foram encontrados dezenas de quilos de cannabis, o que levou à detenção imediata.

Processo e próximos passos

A detenção preventiva deverá manter-se por pelo menos três meses, período necessário para o MP apresentar a acusação. O caso continuará a ser investigado pelas autoridades suíças, que X vão acompanhar os detalhes do inquérito e a evolução do processo.

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