- Novas revelações do The Telegraph apontam Sarah Ferguson a visitar Jeffrey Epstein no escritório de Palm Beach, local utilizado por Epstein durante o regime especial que permitia saídas da prisão.
- Em abril de 2009, Ferguson pediu passar pelo escritório para um “chá rápido” durante uma escala na Florida; a mensagem foi assinada, de forma descontraída, “Com amor, Sarah, a ruiva!!”.
- Epstein respondeu elogiando-a e sugerindo que Ferguson poderia mesmo dirigir a empresa, com a troca de mensagens a prosseguir sobre o apoio ao projeto “Mother’s Army”.
- A ex-Duquesa voltou a encontrar-se com Epstein no escritório a 13 de maio de 2009, depois de vários contactos telefónicos, mantendo depois correspondência e envio de documentação de projetos.
- Um porta-voz de Ferguson afirmou que a duquesa lamenta há anos qualquer associação a Epstein, que foi enganada pelas mentiras dele, e que, ao perceber a gravidade, cortou relações e condenou publicamente o financista.
Sarah Ferguson volta a surgir associada a Jeffrey Epstein num novo conjunto de documentos. O foco é a visita da ex-mulher do príncipe Andrew ao escritório de Palm Beach, onde Epstein era acusado de abusar de jovens. Os registros descrevem encontros durante o período em que o financier cumpria pena sob regime especial.
Segundo os documentos divulgados pelo The Telegraph, Ferguson visitou o escritório ao menos duas vezes, aproveitando saídas permitidas para trabalhar. O local funcionava sob uma empresa que os investigadores consideram fictícia, usada para justificar as saídas da prisão.
Entre os emails tornados públicos, Ferguson tenciona passar pelo escritório para um breve chá em abril de 2009, nove meses após o início da pena de Epstein. A troca de mensagens prosseguia com elogios e discussões sobre projetos sociais, incluindo o programa Mothers Army.
No seguimento dos contactos, Ferguson reuniu-se com Epstein a 13 de maio de 2009 e manteve correspondência nos meses seguintes, enviando documentos relativos aos seus projetos. A ligação entre Ferguson e Epstein já tinha sido associada a visitas com as filhas Beatrice e Eugenie em situações de prisão domiciliária.
A defesa de Ferguson já reagiu, assegurando que a Duquesa lamenta qualquer associação com Epstein e que se demarcou assim que percebeu a gravidade das acusações. O representante sublinha que Ferguson foi enganada pelas mentiras do financista e cortou relações publicamente.
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