- A Guarda Nacional Republicana identificou duas pessoas por maus-tratos a animais no concelho de Palmela, após denúncia anónima através da Linha SOS Ambiente e Território.
- Nos dias 25 e 26 de junho, na Quinta do Anjo, numa Área Urbana de Génese Ilegal, foi realizada uma ação de fiscalização dirigida ao bem-estar animal.
- Foram resgatados 54 cães por condições de higiene, bem‑estar e espaço de alojamento inadequado; muitos estavam em jaulas exíguas ou em compartimentos sem condições sanitárias.
- Foram entregues 34 cães a instituições, 17 a um fiel depositário e 3 aos legítimos proprietários; foram lavrados dois autos de notícia por maus-tratos e dois autos de contraordenação.
- A ação contou com o apoio da Direção-Geral de Alimentação e Veterinária, do Médico Veterinário Municipal de Palmela e do Gabinete de Fiscalização da Câmara Municipal de Palmela; os factos foram comunicados ao Tribunal Judicial da Comarca de Setúbal.
Oito cães resgatados em acampamento ilegal em Palmela marcaram uma operação da GNR. A acção ocorreu nos dias 25 e 26 de junho, na localidade da Quinta do Anjo, numa Área Urbana de Génese Ilegal (AUGI). O objetivo foi verificar condições de bem-estar animal.
A atuação envolveu o Núcleo de Proteção Ambiental da GNR de Palmela, com apoio da DGAV, do Médico Veterinário Municipal de Palmela e do Gabinete de Fiscalização da Câmara Municipal de Palmela. No total, foram resgatados 54 cães em condições inadequadas.
A denúncia chegou à GNR por via da Linha SOS Ambiente e Território, de forma anónima. Os animais apresentavam falta de higiene, espaço e condições sanitárias. Três cães foram devolvidos aos legítimos donos.
Destinação dos animais
Ao todo, 34 cães ficaram entregues a instituições credenciadas, 17 a um fiel depositário e 3 aos proprietários. Foram lavrados dois autos de notícia por crime de maus-tratos e dois autos de contraordenação por incumprimento de bem-estar animal.
Desdobramentos legais
Os factos foram comunicados ao Tribunal Judicial da Comarca de Setúbal. A GNR mantém a proteção animal como prioridade e encoraja a denúncia de negligência ou maus-tratos através da linha SOS Ambiente e Território.
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