- O Tribunal de Penafiel condenou doze pessoas acusadas de pertencerem a um grupo que furtou cerca de sessenta viaturas e objetos no Norte do país, em alguns casos desmantelando veículos para venda de peças ilícitas e trocando matrículas para dificultar a deteção.
- Em determinadas ações, os furtos visaram o interior de veículos, com o grupo a desativar alarmes e a praticar roubos de itens como relógios e objetos de luxo.
- Quatro arguidos receberam penas de prisão efetiva entre cinco anos e sete anos e dez meses.
- Os oito restantes foram condenados a penas de prisão, mas suspensas na execução, variando entre um ano e quatro meses e quatro anos e oito meses.
- Um arguido foi absolvido de todos os 60 crimes de furto de que tinha sido acusado.
O Tribunal de Penafiel condenou este mês 12 pessoas acusadas de pertencer a um grupo que furtou, no Norte de Portugal, cerca de 60 viaturas e objetos do interior. Em alguns casos, os furtos tiveram continuidade com o desmantelamento dos veículos para venda de peças e troca de matrículas.
As penas definidas variaram entre prisões efetivas e suspensas. Quatro arguidos receberam prisão efetiva, entre cinco anos e seis meses e sete anos e dez meses. Os restantes oito tiveram penas parcelares, suspensas na execução, entre um ano e quatro meses e quatro anos e oito meses.
Um dos arguidos foi absolvido da totalidade dos 60 crimes de furto imputados. O Ministério Público imputou ao grupo, em linha com a acusação, cerca de 60 furtos, mas o tribunal considerou menos crimes provados. O julgamento decorreu no distrito de Portalegre, com base em diligências que indicavam atuação organizada.
Desfecho e próximos passos
A decisão determina ainda medidas complementares para alguns condenados, conforme o grau de envolvimento. O caso envolve a apropriação de bens furtados e o uso de peças intercaladas, bem como a alteração de placas para dificultar a deteção. As autoridades não avançaram com detalhes sobre identidades ou motivações.
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