- Em 15 de abril, suspeitos encapuzados tentaram entrar na casa paroquial de Vermoim, arrombaram a porta e partiram uma janela, mas o pároco José da Silva alertou a Polícia de Segurança Pública e os suspeitos fugiram.
- Uma semana depois, no dia 22, os indivíduos voltaram a agir e assaltaram o padre André Pereira em Macieira da Maia, levando 7.250 euros e peças de ouro no valor de mais de mil euros.
- Nesta terça-feira, os três suspeitos foram apresentados a tribunal e ficaram em prisão preventiva; um quarto arguido ficou com apresentações às autoridades por posse de arma e tráfico de droga.
- A investigação baseia-se em relatórios de vigilância que indicam que as autoridades já seguiam os suspeitos quando ocorreu o assalto ao padre em Vila do Conde.
- Durante buscas, foram apreendidos quase 30 mil euros em dinheiro, sendo 26 mil euros escondidos em dois cofres, com 13 mil euros na casa de Polaco e 13 mil euros na casa de outro arguido; Paulo “Polaco” era apontado como cabecilha do gang do Minho e encontrava-se em liberdade condicional desde maio de 2024.
Um conjunto de suspeitos ligados ao grupo chefiado por Paulo ‘Polaco’ foi alvo de um novo processo judicial. Segundo a investigação da GNR, na noite de 15 de abril, encapuzados, entraram na casa paroquial de Vermoim, arrombaram a porta e partiram uma janela. O pároco José da Silva viu os intrusos e alertou a PSP. O trio fugiu da residência.
Pouco depois, a 22 de abril, este mesmo grupo é alegadamente responsável pelo assalto contra o padre André Pereira, em Macieira da Maia. O sacerdote, de 39 anos, foi ameaçado com uma faca, amarrado e obrigado a entregar 7250 euros, além de peças de ouro avaliadas em mais de mil euros. As autoridades prosseguem com a investigação.
O tribunal decidiu manter os três suspeitos em prisão preventiva. Um quarto arguido, detido pela posse de arma e tráfico de droga, ficou com apresentações às autoridades. As autoridades indicaram que as provas incluem relatórios de vigilâncias que apontam para uma perseguição antes do assalto a Macieira da Maia.
Investigação e antecedentes
Entre as peças de prova, contam-se vigilâncias que sustentam o seguimento aos suspeitos antes do crime de Vila do Conde. O grupo é descrito pela investigação como envolvido em uma rede de crimes no Minho, com o líder referido como Polaco, já cumprindo várias prisões.
Apreensões e implicações
Durante as buscas, foram apreendidos quase 30 mil euros em dinheiro, 26 mil dos quais em dois cofres. Um montante de 13 mil estava na casa de Polaco e outro 13 mil na casa de um segundo suspeito. Paulo ‘Polaco’ encontrava-se em liberdade condicional desde maio de 2024.
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