- O Ministério Público entende que Paulo Campos deve responder por mais crimes no caso das PPP rodoviárias, além dos 5 já atribuídos.
- O MP também sustenta que Carlos Costa Pina deve ser julgado no mesmo processo.
- O juiz de instrução decidiu levar a julgamento Campos apenas pelos factos relacionados às subconcessões de autoestradas, arquivando suspeitas sobre a renegociação de contratos com a Ascendi.
- O juiz anulou uma perícia e arquivou as suspeitas contra Costa Pina.
- O caso envolve um prejuízo para o Estado superior a 2 mil milhões de euros.
O Ministério Público (MP) pretende que Paulo Campos, ex-secretário de Estado dos Transportes, responda por mais crimes no caso das Parcerias Público-Privadas (PPP) rodoviárias. O órgão mantém a acusação de participação econômica em negócio, já com cinco crimes apontados, e insiste em ampliar a responsabilização.
A notícia surge após o juiz de instrução decidir levar a julgamento Campos apenas por parte dos factos relacionados às subconcessões de autoestradas, excluindo questões ligadas à renegociação de contratos com a Ascendi. O veredicto anulou uma perícia e arquivou as suspeitas contra Carlos Costa Pina.
Omp conteúdo do processo aponta um prejuízo ao Estado superior a 2 mil milhões de euros, envolvendo os dois antigos responsáveis. A decisão do juiz cria um desenlace distinto entre as peças do caso e o que o MP entende ter ainda a investigar quanto a responsabilidades adicionais.
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