- Diana Pardal, 22 anos, entrou na cadeia feminina de Tires a 2 de dezembro de 2024, acusada de tráfico de droga agravado.
- O processo envolve 15 arguidos, incluindo a mãe, o pai, o irmão e o companheiro, e vai a julgamento no Tribunal de Portalegre, nesta segunda-feira.
- A operação foi realizada pela GNR, que desmantelou a rede de tráfico de droga no Alto Alentejo, segundo o Ministério Público de Elvas.
- O bebé, hoje com 18 meses, cresceu dentro da prisão e frequenta a creche da cadeia, onde há filhos de outras reclusas.
- O advogado de Liliana Arraia afirmou que há uma forte possibilidade de o menor permanecer na cadeia durante o processo.
Diana Pardal, 22 anos, entrou a 2 de dezembro de 2024 na cadeia feminina de Tires, em prisão preventiva, acusada de tráfico de droga agravado. O caso envolve também a mãe de Diana, presa na mesma cadeia, bem como o pai, o irmão e o companheiro, constituindo um conjunto de 16 arguidos a ser julgado no Tribunal de Portalegre, a partir desta segunda-feira.
O Ministério Público de Elvas aponta que a operação integra uma rede de tráfico de droga desmantelada pela GNR, com atuação no Alto Alentejo. O processo incide, segundo a acusação, sobre uma organização criminosa ligada ao tráfico de droga na região.
O bebé de Diana tem 18 meses e permanece criado no interior da prisão, frequentando a creche da cadeia, onde convivem com os filhos de outras reclusas. A situação tem gerado debate sobre o papel da prisão no acompanhamento de menores.
O advogado Pedro Pestana, representante de Liliana Arraia, mãe de Diana, indicou que persiste a possibilidade de o menor permanecer na prisão. Pestana afirmou que o caso expõe, na sua perspetiva, a aplicação excessiva da figura jurídica de prorrogação de prisões preventivas, com consequências para a família e para o bebé.
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