- O diretor-adjunto da cadeia de Pinheiro da Cruz, em Grândola, Nuno Pestana, é alvo de denúncia por caçar com arma de fogo nos terrenos do estabelecimento prisional.
- A queixa foi apresentada pelo Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional (SNCGP) no dia 23 de abril.
- A carta foi enviada ao diretor-geral da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (DGRSP), Orlando Carvalho, e a outras entidades, como a Procuradoria-Geral da República ou a ministra da Justiça, Rita Alarcão Júdice.
O diretor-adjunto da cadeia de Pinheiro da Cruz, em Grândola, está a ser alvo de uma denúncia por alegadamente caçar com uma arma de fogo dentro dos terrenos do estabelecimento prisional. A queixa foi apresentada pelo Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional (SNCGP) no dia 23 de abril. A carta foi dirigida ao diretor-geral da DGRSP, Orlando Carvalho, e chegou ainda a outras entidades, entre elas a Procuradoria-Geral da República e a ministra da Justiça, Rita Alarcão Júdice.
Segundo o SNCGP, a denúncia descreve a prática ocorrida no interior do estabelecimento prisional, suscitando a necessidade de averiguações e de eventual responsabilização disciplinar do interveniente. A correspondência foi enviada com cópias a entidades reguladoras e ao órgão de tutela, mantendo o tom de alerta sobre a conduta no recinto prisional.
Envolvidos e contexto
Nuno Pestana é citado pela denúncia como o responsável identificado pela atividade alegadamente realizada no complexo de Pinheiro da Cruz, localizado no concelho de Grândola. O objetivo da queixa é que as autoridades competentes avaliem os factos e determinem eventuais medidas cabíveis, de forma a esclarecer a ocorrência e assegurar a integridade do funcionamento da cadeia. A DGRSP não comentou o conteúdo da denúncia até ao momento.
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