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Enfermeira-chefe desvia quase oito mil euros de paciente com hanseníase

Enfermeira-chefe acusada de desviar 7.921,90 euros da pensão de um doente com lepra no Centro de Medicina de Reabilitação da Tocha

Profissional de saúde ficou com pensão de utente internado, que não se podia deslocar aos CTT
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  • Entre março de 2020 e setembro de 2021, a enfermeira-chefe do Centro de Medicina de Reabilitação da Região Centro – Rovisco Pais (CMRRC – RP) terá apropriado da pensão de um doente com lepra, no valor total de 7.921,90 euros.
  • A arguida é Ana A., hoje com 64 anos, residente na Figueira da Foz, acusada pelo Ministério Público de crime de peculato.
  • O alvo do desvio foi o pensionista José G., 82 anos à data dos factos, internado no centro há mais de 30 anos devido à hanseníase.
  • Devido à idade e ao estado de saúde, o doente não tinha condições para ir aos CTT receber os vales postais da pensão de reforma.
  • O caso envolve o desvio de fundos da pensão paga pelo Instituto da Segurança Social.

Entre março de 2020 e setembro de 2021, uma enfermeira-chefe do Centro de Medicina de Reabilitação da Região Centro – Rovisco Pais (CMRRC – RP), na Tocha, Cantanhede, terá desviado a pensão de um paciente com lepra, no total de 7921,90 euros. O Ministério Público acusa-a de peculato.

A arguida é Ana A., atualmente com 64 anos e residente na Figueira da Foz. A informação foi tornada pública pela acusação, que envolve a gestão de fundos de um doente internado na instituição.

O paciente, José G., com 82 anos à data dos factos, vivia em internamento devido à hanseníase. Devido à saúde e ao isolamento, não tinha condições para ir buscar os vales postais da Segurança Social relativos à sua pensão.

Segundo o MP, os fundos desviados eram referentes à pensão de reforma que deveria ter sido entregue ao doente. A acusação sustenta que a conduta ocorreu ao longo de vários meses dentro do centro.

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