- A madrasta Eulália ficou em prisão preventiva, decisão anunciada após o primeiro interrogatório no Tribunal de Vila Pouca de Aguiar.
- Lara, de 8 anos, foi encontrada morta na serra da Padrela; junto ao corpo estava a mochila da escola.
- Eulália confessou o crime à Polícia Judiciária e participou nas buscas para localizar o corpo.
- O desaparecimento foi reportado pelo pai, Carlos, à GNR na quarta-feira, após ele perceber que Lara não foi à escola.
- A acusada alegou ter atuado para vingar-se do pai da menina, com quem já tinha uma relação instável; a vítima foi asfixiada durante o incidente.
Eulália, madrasta da menina Lara, de 8 anos, foi colocada em prisão preventiva após confessar ter asfixiado a criança em Valpaços. O crime seria motivado por vingança contra o pai da menina, Carlos. A medida foi definida na sequência do primeiro interrogatório no Tribunal de Vila Pouca de Aguiar.
O corpo de Lara foi encontrado nas primeiras horas de quinta-feira junto à mochila escolar, na serra da Padrela, em Vila Pouca de Aguiar. A suspeita confessou o crime à Polícia Judiciária e participou nas buscas para localizar o corpo.
O desaparecimento foi reportado pelo pai à GNR na quarta-feira à tarde, após perceber que Lara não tinha ido à escola. A criança tinha sido levada pela madrasta, que alegou uma consulta médica para justificar a ausência. Desde domingo, Eulália planeava o crime como um ato de vingança contra o companheiro.
Prisão preventiva
A autoridade judicial decretou a prisão preventiva, após o interrogatório. Eulália chorou durante a audiência e reiterou que não foi ela quem fez mal à menor, alegando ainda ouvir vozes. A investigação segue em curso pela PJ para recolha de novos elementos.
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