- Insultos e tentativas de agressão ocorreram no momento em que a madrasta, Eulália, deixava o tribunal.
- Eulália é suspeita de ter asfixiado até à morte a enteada de oito anos.
- A medida de coação aplicada foi a prisão preventiva.
- A decisão da prisão preventiva ficou conhecida na sexta-feira.
- O esclarecimento decorreu após o primeiro interrogatório judicial no Tribunal de Vila Pouca de Aguiar.
A madrasta suspeita de ter asfixiado até à morte uma menina de 8 anos ficou em prisão preventiva. A medida de coação foi conhecida nesta sexta-feira, após o primeiro interrogatório judicial no Tribunal de Vila Pouca de Aguiar.
Segundo as autoridades, Eulália está envolvida no caso envolvendo a enteada, cuja morte foi anunciada pela investigação local. A gravidade das suspeitas levou à decreção da prisão preventiva para assegurar a investigação.
Ao saírem do tribunal, fontes indicam que ocorreram insultos e tentativas de agressão por parte de familiares ou membros da envolvente. Não há confirmação oficial sobre a identificação dos intervenientes.
O processo segue agora para cumprimento das diligências previstas, com a polícia judiciária a coordenar as perícias e recolha de provas. O objetivo é esclarecer as circunstâncias da morte da menor.
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