- Lara não queria entrar no carro com a madrasta e resistiu; a testemunha afirma que Eulália lhe ofereceu um lanche e a convenceu a entrar na viatura.
- Ao chegar à escola, a madrasta assassina esperava-a à porta e informou o vigilante de que Lara tinha uma consulta, por isso não iria à escola nem às aulas nesse dia.
- À polícia, a mulher disse que pretendia apenas falar com a criança, mas acabou por asfixiá-la com as próprias mãos.
- Lara vivia com o pai e com a madrasta; a mãe, que no passado enfrentou depressão, está a tentar obter a guarda da filha, com a notícia de que aos fins de semana Lara ia para a casa da mãe.
- A informação sobre o caso foi avançada pela CMTV, que indica o contexto da integração de Lara na família materna.
Lara não queria entrar no carro da madrasta no dia em que foi asfixiada. Segundo testemunha ouvida na investigação, Eulália ofereceu-lhe um lanche e conseguiu persuadi-la a entrar na viatura. A menina resistiu à aproximação da responsável.
O episódio ocorreu quando Lara chegou à escola e viu a madrasta à porta. A vigilante foi informada pela mulher de que Lara tinha uma consulta e não entraria na escola nem participaria das aulas naquele dia.
À polícia, a acusada afirma que pretendia apenas falar com a criança, mas acabou por asfixiá-la com as próprias mãos. Lara vivia com o pai e com a madrasta; a mãe, que já enfrentou depressão no passado, está a lutar pela guarda da filha.
Enquadramento familiar e contexto
A CMTV informou que, aos fins de semana, Lara passava tempo com a mãe e que estava a ser integrada na família materna. A investigação permanece em curso para esclarecer as circunstâncias do crime.
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