- Paulo Abreu, ex-adjunto do Ministério da Justiça, foi detido na sua residência, na zona de Lisboa, por suspeitas de vídeos pornográficos com menores entre os 4 e os 12 anos.
- A detenção resultou da investigação da Polícia Judiciária, que também identificou conteúdos com menores em atividades sexuais explícitas.
- O arguido foi colocado em prisão preventiva.
- Paola Abreu é acusado de 7.986 crimes de pornografia de menores e de dois crimes de abuso sexual de crianças.
- A PJ mantém a investigação para apurar se há mais vítimas e outros crimes potenciais.
O ex-adjunto do Ministério da Justiça, Paulo Abreu, foi detido na terça-feira na sua residência, na zona de Lisboa, por suspeitas de possuir vídeos pornográficos com menores entre 4 e 12 anos, confirmou a Polícia Judiciária (PJ). A detenção ocorreu durante uma operação policial.
A investigação começou depois da denúncia de uma vítima, que alegou ter sofrido abuso sexual por parte do suspeito. Abreu foi colocado em prisão preventiva, segundo a PJ, que investiga a eventual prática de outros crimes e a existência de mais menores envolvidos.
Paulo Abreu é acusado de 7986 crimes de pornografia de menores e de dois crimes de abuso sexual de crianças. A PJ mantém as diligências para identificar outras possíveis vítimas e esclarecer todos os factos associados ao caso.
Progresso da investigação
A PJ continua a recolher indícios e a ouvir testemunhas. As autoridades pretendem determinar a extensão dos crimes, o número de vítimas e se existem outras condutas ilegais associadas ao arguido.
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