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MP acusa 19 suspeitos que fingiam ser polícias para assaltar casas

Ministério Público acusa 19 suspeitos que se faziam passar por polícias para assaltar casas na Grande Lisboa, com armas de fogo e violência

Procuradoria-Geral da República
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  • O Ministério Público deduziu acusação contra 19 suspeitos de integrarem um grupo criminoso que se passava por polícias para assaltar casas na região da Grande Lisboa.
  • Os arguidos enfrentam 11 crimes de roubo agravado, oito de detenção de arma proibida e tráfico de estupefacientes de menor gravidade.
  • A acusação resulta de uma investigação da Polícia Judiciária que apurou a atuação do grupo, que se fazia passar por agentes policiais, usando armas e violência para intimidar as vítimas em residências.
  • Seis arguidos estão em prisão preventiva e três sujeitos à medida de coação de obrigação de permanência na habitação, cuja manutenção foi requerida pelo MP.
  • O inquérito foi dirigido pela 1.ª secção do Departamento de Investigação e Ação Penal Regional de Lisboa, com coadjuvação da Unidade Nacional de Contraterrorismo da Polícia Judiciária.

O Ministério Público deduziu acusação contra 19 suspeitos de integrar um grupo criminoso que se passava por polícias para assaltar casas na zona da Grande Lisboa. Os alegados atos envolviam uso de armas, violência física e intimidação. A acusação foi proferida na passada sexta-feira.

Segundo o MP, os arguidos são acusados de 11 crimes de roubo agravado, oito de detenção de arma proibida e tráfico de estupefacientes de menor gravidade. A acusação resulta de uma investigação da Polícia Judiciária sobre a atuação de um grupo organizado.

A PJ indicou que o agrupamento se dedicava a roubos no interior de residências, com a estratégia de se apresentar como agentes policiais e usar armas para pressionar as vítimas.

Investigação e acusação

Seis dos arguidos continuam em prisão preventiva, enquanto três ficam em regime de obrigação de permanência na habitação. O MP solicitou a manutenção destas medidas de coação.

O inquérito, dirigido pela 1.ª secção do Departamento de Investigação e Ação Penal Regional de Lisboa, contou com a coadjuvação da Unidade Nacional de Contraterrorismo da PJ, segundo informação disponível na página da Procuradoria-Geral da República.

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