Em Alta Eleições 2026 políticafuteboldesportoPortugalinternacionaisgovernopessoas

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Quintanilha e inspetor da PJ julgados em outubro no caso W52-FC Porto

MP acusa inspetor da PJ e Adriano Quintanilha de planear Código de Conduta falso para isentar-se no caso W52-FC Porto; julgamento começa em outubro no Tribunal de Felgueiras

MP acusa inspetor da PJ e Adriano Quintanilha por plano no caso W52-FC Porto
0:00
Carregando...
0:00

Um inspetor da Polícia Judiciária (PJ) e Adriano Quintanilha, antigo presidente da W52-FC Porto, vão a julgamento em outubro, por alegadamente terem planeado eximir o empresário de responsabilidade no caso de doping da equipa. O processo entra em fase de instrução com a abertura anunciada para 7 de outubro, no Tribunal de Felgueiras.

Segundo o MP, Quintanilha e o inspetor criaram um Código de Conduta falso para atestar que Quintanilha e a Associação Calvário Várzea desconheciam o esquema de dopagem. O documento destinava-se a distanciar as entidades da suposta irregularidade.

O objetivo era apresentar o código aos ciclistas e ao então diretor desportivo Nuno Ribeiro, para que assinassem, alegando proteção da equipa face às investigações. Amanhã de janeiro de 2022 consta entre as datas, ainda que o conteúdo fosse elaborado com data anterior.

Detalhes do processo

A acusação sustenta que o documento visava excluir qualquer responsabilidade penal, disciplinar ou civil para Quintanilha e para a Calvário Várzea. O plano incidia sobre apenas alguns ciclistas visados nas buscas de abril de 2022, no âmbito da operação Prova Limpa.

A investigação envolve ainda coação alegada contra um ciclista, que, segundo o MP, assinou o documento após ser pressionado, sob a ameaça de não receber o salário. O inspetor da PJ é acusado de favorecimento pessoal.

Quais são as acusações

O conjunto de acusações inclui falsificação de documento para ambos os arguidos, coação contra Quintanilha e favorecimento pessoal ao inspetor da PJ. No processo principal da W52-FC Porto, Quintanilha e Nuno Ribeiro já foram condenados a quatro anos e nove meses de prisão e recorreram da decisão.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais