- Vítima de burla com procedimentos estéticos ficou com marcas permanentes no rosto após utilização de substância proibida em Portugal; clínica não tinha autorização para os procedimentos; a vítima tentou contactar a clínica sem sucesso e procurou as autoridades.
- A história funciona como alerta para verificar credibilidade de clínicas e confirmar que profissionais estão habilitados e autorizados a realizar procedimentos estéticos.
- A vítima de mega burla pagou 900 euros por um mestrado falso e ficou sem dinheiro nem diploma, percebendo mais tarde que o curso não tinha validade.
- Um médico dentista afirmou ter recebido várias queixas de cursos falsos lecionados por uma falsa médica nas redes sociais, com denúncias já a ser investigadas pelas autoridades competentes.
- Foram apresentadas várias queixas à PSP contra uma falsa médica que realiza cirurgias estéticas sem formação adequada.
A vítima de uma burla relacionada com procedimentos estéticos ficou com marcas permanentes no rosto após ter recebido uma substância proibida em Portugal. O episódio aconteceu numa clínica que prometia procedimentos avançados, mas que deverá ter utilizado substâncias não autorizadas. A mulher, que pediu anonimato, procurou as autoridades após não conseguir resolver o problema com a clínica.
Segundo a vítima, houve tentativa de contacto sem sucesso por parte da clínica, que não terá fornecido soluções para o registo das consequências. As autoridades locais confirmaram a utilização de substâncias proibidas e a falta de autorização da clínica para realizar procedimentos estéticos.
O caso serve de alerta para quem pretende realizar este tipo de intervenções, destacando a necessidade de verificar a credibilidade das clínicas e a habilitação dos profissionais envolvidos. Medidas de proteção ao consumidor devem ser sempre privilegiadas neste tipo de serviços.
Mega burla com cursos de estética e mestrado falso
Outra linha de investigação envolve uma alegada mega burla relacionada com formação académica. Uma mulher pagou 900 euros por um mestrado que seria falso, depois de acreditar ter investido na sua formação. A instituição que promovia o curso não tinha validade e o diploma não era reconhecido.
A vítima ficou sem o dinheiro e sem o certificado, enfrentando desilusão e frustração. O alerta é para verificar a credibilidade de entidades de ensino antes de efetuar pagamentos ou aceitar certificações.
Queixas contra falsa médica e cursos sem creditação
Um médico dentista afirma ter recebido várias queixas sobre cursos lecionados por uma falsa médica que promovia cirurgia estética sem formação adequada. As denúncias já foram encaminhadas às autoridades competentes para investigação.
Este caso reforça a necessidade de verificar a qualificação de profissionais e instituições antes de se inscrever em cursos ou submeter-se a procedimentos estéticos.
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