- Walter Patrick, ex-futebolista que jogou pela Naval, Oliveirense e PSG (equipa B), foi condenado pelo Tribunal de Coimbra a seis anos de cadeia por assalto a uma ourivesaria na Figueira da Foz em 2022.
- O jogador, com 33 anos, já cumpriu penas por roubos violentos a ourivesarias em Vila Franca de Xira e Torres Vedras. A condenação ficou dependente do facto de estar em liberdade condicional quando ocorreu o assalto, em conjunto com um cúmplice, que acabou por ser absolvido por falta de provas.
- Em março de 2022, Patrick deslocou-se à ourivesaria no Largo do Carvão, na Figueira da Foz, para observar alianças, tendo regressado com o cúmplice cerca de duas horas depois para o roubo.
- Segundo a acusação, Patrick dirigiu-se ao interior do balcão, segurou a funcionária e disse: “Isto é um assalto, não fala, não grita”, enquanto o cúmplice saltava por cima do balcão, ferindo outra funcionária. Foram roubadas pelo menos 262 peças em ouro, avaliadas em mais de € 49.500.
- Menos de duas semanas depois, ocorreu novo roubo à mão armada a uma ourivesaria em Vialonga; os suspeitos foram detidos pela GNR durante a fuga. Em três assaltos, incluindo a Figueira da Foz, o ouro roubado totalizou acima de € 135 mil, com peças apreendidas na detenção, juntamente com gorros e outros objetos usados.
Walter Patrick, ex-futebolista com passagem pelo Naval, Oliveirense e PSG (equipa B), foi condenado pelo Tribunal de Coimbra a seis anos de cadeia por assaltar uma ourivesaria na Figueira da Foz, em 2022. O veredicto foi divulgado esta semana.
O jogador tem 33 anos e já cumpriu penas por roubos violentos em outras regiões do país, nomeadamente Vila Franca de Xira e Torres Vedras. A sentença levou em conta que atuava em liberdade condicional no momento do crime, em conjunto com um cúmplice.
Os factos ocorreram em março de 2022. Walter Patrick deslocou-se à ourivesaria do Largo do Carvão para ver alianças em ouro, sem comprar. Duas horas depois, regressou com um cúmplice para efetuar o roubo.
Desdobramentos do caso
Segundo a acusação, o ex-jogador dirigiu-se ao interior do balcão e segurou a funcionária, dizendo: “Isto é um assalto, não fala, não grita”. O cúmplice saltou por cima do mostrador, ferindo outra funcionária.
Ao todo, foram roubadas pelo menos 262 peças em ouro, com valor superior a 49.500 euros. Menos de duas semanas depois, houve outro assalto a uma ourivesaria em Vialonga, já com detenção pela GNR ao fugirem.
O mesmo modus operandi e vestuário utilizado no assalto da Figueira da Foz ajudaram a esclarecer o roubo ocorrido posteriormente. Em todos os casos houve violência contra pessoas.
Condenação e antecedentes
Em três assaltos, Walter Patrick e os comparsas levantaram peças de ouro avaliadas em mais de 135 mil euros. Várias peças foram apreendidas durante as prisões, juntamente com gorros e outros objetos usados no crime.
A decisão de condenação levou em conta o histórico do arguido e a violência associada aos ataques, incluindo ferimentos a proprietários de ourivesarias, nomeadamente em Torres Vedras, Vila Franca de Xira e na Figueira da Foz.
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