- O Tribunal de Almada condenou Deivson Rodrigues, brasileiro, de 38 anos, a 22 anos de cadeia pela morte a tiro de Thulio Silva e pela profanação de cadáver.
- O homicídio ocorreu a 28 de janeiro de 2025, após a vítima ser atraída para uma casa em Fernão Ferro, Seixal, para exigir o pagamento de uma dívida de cinco mil euros.
- A vítima, que fazia parte de um esquema de burlas denominado “Olá Pai, Olá Mãe”, era empregada pelo arguido principal; o homicida executou-a com um tiro na cabeça.
- O cadáver foi incendiado e deixado num caixote do lixo na praia da Ponta dos Corvos, em Miratejo, Seixal.
- A juíza-presidente classificou o crime como hediondo; o pai da vítima pediu aos pais para acompanharem mais de perto os seus filhos.
O tribunal de Almada condenou um brasileiro de 38 anos a 22 anos de prisão pelos crimes de homicídio e profanação de cadáver de Thulio Silva, também brasileiro. O crime ocorreu a 28 de janeiro de 2025, na zona de Miratejo, Seixal, na praia da Ponta dos Corvos, onde o corpo foi incendiado após o homicídio.
Segundo a informação, o homicídio foi motivado por uma dívida de 5 mil euros. O arguido foi atraído para uma casa em Fernão Ferro, no Seixal, por Deivson Rodrigues e por um cúmplice ainda não identificado, onde foi ameaçado para pagar a dívida.
Trabalhavam como patrão e empregado no esquema de burlas denominado ‘Olá Pai, Olá Mãe’. O homicida disparou na cabeça da vítima, que tinha 21 anos, e o cadáver foi incendiado, colocado num caixote do lixo. A vítima foi deixada no local após o crime.
Detalhes do veredito
O coletivo de juízes considerou o homicídio como hediondo. Após a leitura da pena, o pai da vítima pediu que os pais estejam mais atentos aos filhos e reforcem a vigilância, destacando o impacto do caso para a família.
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