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Bombeira e dois funcionários da Câmara de Ferreira do Alentejo acusados de tráfico de droga

Beja julga quatro arguidos, incluindo bombeira e dois funcionários da câmara de Ferreira do Alentejo, por tráfico de haxixe a 10 euros por dose, três a quatro vezes/semana

Bombeira e dois funcionários da Câmara de Ferreira do Alentejo acusados de tráfico de droga
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  • O Tribunal de Beja começou a julgar, esta semana, quatro arguidos, com idades entre 31 e 59 anos, acusados de tráfico de haxixe em Ferreira do Alentejo.
  • Entre os suspeitos está uma operacional dos Bombeiros Voluntários e dois funcionários da Câmara Municipal; as doses eram vendidas três a quatro vezes por semana a 10 euros cada uma.
  • Três arguidos confessaram a autoria dos crimes; um deles afirmou que não existia rede criminosa, enquanto a operacional ficou em silêncio.
  • A operação envolve peculato de uso, pela alegada utilização ilícita de dois dispositivos Via Verde dos bombeiros; o companheiro é ainda acusado de detenção de arma proibida e de uso indevido de viatura municipal.
  • A rede foi desmantelada pela GNR em fevereiro do ano passado; os arguidos foram intercetados em Figueira dos Cavaleiros, a regressar de Lisboa, acompanhados de dois filhos; outro arguido, técnico superior da Câmara, ficou em prisão preventiva nove meses depois.

O Tribunal de Beja começou esta semana a julgar quatro arguidos, com idades entre 31 e 59 anos, acusados de tráfico de haxixe em Ferreira do Alentejo. A operação envolve uma bombeira dos Bombeiros Voluntários da vila e dois funcionários da Câmara Municipal local. A venda das doses ocorria três a quatro vezes por semana, a 10 euros cada.

Três dos arguidos confessaram os crimes ao coletivo de juízes, afirmando não existir uma rede criminosa, enquanto uma bombeira manteve-se em silêncio. A acusação aponta para tráfico de estupefacientes dirigido a diversos consumidores na vila.

A investigação aponta ainda para peculato de uso contra a bombeira e um dos funcionários da Câmara, que teriam utilizado, ilícitamente, dois dispositivos Via Verde dos bombeiros para escapar às autoridades. O companheiro de um dos funcionários responde ainda por detenção de arma proibida e uso indevido de viatura municipal.

Quem está envolvido

A rede foi desmantelada pela GNR em fevereiro do ano passado. Os suspeitos foram intercetados pelo Núcleo de Investigação Criminal de Aljustrel, em Figueira dos Cavaleiros, quando regressavam de Lisboa. Transportavam estupefacientes e dois crianças de um e quatro anos.

Contexto e desdobramentos

Outro arguido exercia funções como técnico superior da Câmara Municipal de Ferreira do Alentejo e foi detido nove meses depois, ficando em prisão preventiva. A investigação continua para confirmar a extensão da operação e a eventual continuidade de atividades ilícitas associadas.

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