Em Alta Eleições 2026 políticafuteboldesportoPortugalinternacionaisgovernopessoas

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Congresso dos EUA quer ouvir ex-namorada de Jeffrey Epstein

Congresso dos EUA pode ouvir Nadia Marcinko, ex-namorada de Epstein, considerada cúmplice; registos apontam 67 visitas durante a pena e imunidade em 2008

Nadia Marcinkova e Jeffrey Epstein
0:00
Carregando...
0:00

Nadia Marcinko, antiga namorada de Jeffrey Epstein, surge novamente nos holofotes ao grupo de autoria de uma comissão do Congresso dos EUA. A ideia é ouvir a ex-modelo eslovaca, que visitou Epstein pelo menos 67 vezes, durante o período em que o pedófilo esteve preso pela primeira condenação. O objetivo é esclarecer o papel de várias mulheres ligadas a Epstein.

Marcinko, que teve sete anos como parceira de Epstein e foi identificada como uma das cúmplices potenciais, ficou conhecida por atuar como copiloto no avião particular do condenado, apelidado de Lolita Express. Ela não chegou a ser formalmente acusada de crime, mas o acordo de 2008 garantiu imunidade a ela e a outras ajudantes.

A investigação em curso analisa dados de ficheiros do Departamento de Justiça, após uma investigação da BBC que consultou pessoas próximas a Marcinko e analisou milhares de e-mails. Segundo a BBC, Epstein e Marcinko tinham uma relação próxima e pretendiam, segundo alguns registos, formar uma família.

Advogados de Marcinko afirmam que a ex-modelo é vítima de Epstein. No entanto, relatos de jovens abusadas na casa de Epstein em Palm Beach, quando menores, indicam que Marcinko pode ter participado dos crimes. A defesa sustenta que as acusações contra ela não foram apresentadas.

O caso envolve ainda outras assistentes de Epstein, chamadas a depor, entre as quais Sarah Kellen e Lesley Groff, que já enfrentam interrogatórios. Adriana Ross também pode ser ouvida, conforme solicitado por uma congressista, mantendo o foco nos conteúdos libertados pelo DOJ.

No seio da controvérsia, Marcinko afirmou em entrevista aos investigadores que Epstein a agredia fisicamente, incluindo tentativas de estrangulamento e empurrões. A entrevistada não respondeu ao pedido de comentário feito pela BBC. Desde 2019, data da morte de Epstein, Marcinko afastou-se da vida pública.

Marcinko nasceu na Eslováquia, em contexto de riqueza familiar. Contou que conheceu Epstein em Nova Iorque, em 2003, aos 18 anos, numa festa de aniversário de Jean-Luc Brunel, ligado ao mundo da moda. Segundo o relato, Brunel facilitou-lhe o visto para permanecer nos EUA e a apresentou à agência Karin Models.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais