- Pela manhã, por volta das 11h, um recluso da cadeia de Sintra tentou fugir junto ao portão principal, perto da área onde há conversas entre presos e advogados.
- Um guarda da torre de vigilância disparou para o ar, iniciou-se uma perseguição com pelo menos seis guardas atrás do homem, que acabou detido a cerca de 500 metros do local inicial.
- O recluso tem cerca de 50 anos e já conta com várias condenações por roubos e tráfico.
- O detido regressou à prisão e encontra-se numa cela de medidas cautelares, enfrentando processo disciplinar e uma queixa-crime para o Ministério Público.
- O Correio da Manhã solicitou confirmação à Direção-Geral dos Serviços Prisionais sobre a fuga abortada e aguarda resposta.
Ainda sem conclusão, uma fuga de um recluso da cadeia de Sintra foi travada na manhã desta quinta-feira, após disparos para o ar efetuados por um guarda na torre de vigilância. O incidente ocorreu junto ao portão principal, durante uma tentativa de saída temporária de contacto com advogados.
O recluso, de cerca de 50 anos, já condenado por crimes de roubos e tráfico, aproximou-se de uma área de conversas entre presos e advogados cerca das 11h00. Após conversar com o seu defensor, o detido iniciou a fuga, entrando numa zona de mato e sendo rapidamente detetado pela equipa prisional.
Disparos para o ar chamaram a atenção e motivaram a perseguição por parte de pelo menos seis guardas. O homem foi apanhado cerca de 500 metros depois do ponto de início da fuga e regressou à prisão, onde está agora numa cela de medidas cautelares.
Além do processo disciplinar em curso, o recluso tem uma queixa-crime apresentada ao Ministério Público, tipicamente acionada pelos Serviços Prisionais em casos de tentativas de evasão. No momento, a direção da cadeia não divulgou detalhes adicionais sobre as medidas subsequentes.
O CM solicitou por escrito à Direção-Geral dos Serviços Prisionais a confirmação oficial da fuga abortada. Até ao momento, a resposta não foi publicada.
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