Em Alta futeboldesportoPortugalinternacionaisgoverno

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Funcionária de creche em Sintra suspeita de maus-tratos e abuso sexual a crianças

Caso de maus-tratos e abuso sexual a crianças de três anos numa creche privada de Sintra segue para o Ministério Público após a arguida ser constituída

Abusos sexuais
0:00
Carregando...
0:00
  • Auxiliar da creche de um colégio privado em Pêro Pinheiro, Sintra, foi constituída arguida pela Polícia Judiciária por suspeitas de maus-tratos e abuso sexual de crianças de três anos, sendo familiar próxima da dona e diretora; está afastada.
  • O caso iniciou-se em outubro, após queixas de pais ao Ministério Público e à PJ, com alterações no comportamento das crianças e relatos de problemas genitais.
  • Os pais descreveram que as crianças eram agredidas e tocadas pela auxiliar; a direção do colégio, embora tenha sido informada, não apresentou queixa às autoridades.
  • Houve reunião com encarregados de educação que terminou com confronto entre a mãe da suspeita e alguns pais; a responsável chegou a ser transferida para o berçário e, entretanto, afastada.
  • A investigação da PJ durou cerca de seis meses; o processo está agora no Ministério Público para avaliação, com a expectativa de que as provas sejam ratificadas.

Uma auxiliar da creche de um colégio privado em Pêro Pinheiro, Sintra, foi constituída arguida pela Polícia Judiciária por suspeitas de maus-tratos e abuso sexual de crianças de 3 anos. Os crimes, alegadamente cometidos dentro do estabelecimento, levaram à retirada da funcionária de funções.

A suspeita, de 27 anos, é parente da dona e diretora pedagógica do colégio. Apesar de o colégio ter tentado resolver a questão internamente, as autoridades foram acionadas após queixas de pais. Foram reunidos elementos para avaliar o que ocorreu.

A investigação arrancou em outubro do ano passado, após queixas de pais de três crianças. Alterações de comportamento e queixas físicas levaram os progenitores a contactar a PJ e o MP. A PJ ouviu as crianças, os pais e inspeccionou o registo no colégio.

Investigação e contributos da PJ

A PJ, que investiga crimes sexuais, confirmou que as três crianças foram ouvidas e que as queixas foram validadas pela equipa de investigação. A suspeita foi constituída arguida por indícios suficientes.

Em reunião com encarregados de educação, a direção do colégio discutiu medidas administrativas, incluindo afastar temporariamente a auxiliar para outra sala. A mãe da suspeita terá interrompido o encontro, incidente descrito por alguns presentes como violento.

Os pais presentes relatam sentir medo e insegurança face às ameaças feitas pela mãe da suspeita, que também trabalha no mesmo colégio. Enquanto isso, a direção afirmou não ter nada a declarar.

Situação atual e próximos passos

Os pais optaram por retirar os filhos do colégio. A auxiliar já foi afastada e aguarda a avaliação final do Ministério Público, com a conclusão da PJ a ser ratificada. O caso permanece em fase de averiguação até ao encaminhamento processual.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais