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Esfaqueador da PSP agride dois guardas prisionais

Jovem de 19 anos agride dois guardas prisionais na prisão de Leiria-Jovens; transferência para Monsanto depende do Diretor-Geral dos Serviços Prisionais

Agressões ocorreram na cadeia de Leiria-Jovens
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  • Um jovem de 19 anos, que em 17 de abril esfaqueou um agente da esquadra da PSP de Marrazes, Leiria, agrediu agora dois guardas prisionais na prisão de Leiria-Jovens, onde cumpre prisão preventiva.
  • O ataque ocorreu pela manhã de sexta-feira, quando um guarda lhe abriu a cela para lhe entregar o pequeno-almoço; o agressor desferiu murros, e um colega da vítima também foi atacado, mas com menor gravidade.
  • Ambos os guardas receberam tratamento hospitalar e estão a recuperar em casa. O agressor foi manietado com o apoio de outros guardas e encontra-se numa cela de separação.
  • O jovem declarou, ao entrar na cadeia, que odeia profissionais de farda e prometeu demonstrar isso.
  • A transferência para a prisão de Monsanto, em Lisboa, deverá ficar a cargo do Diretor-Geral dos Serviços Prisionais, e o caso envolve um processo disciplinar interno.

O jovem de 19 anos, já conhecido pela PSP, foi o autor de uma agressão com esfaqueamento na esquadra da PSP de Marrazes, em Leiria, em 17 de abril. Agora, a mesma pessoa agrediu dois guardas prisionais na prisão de Leiria-Jovens, onde permanece em prisão preventiva.

O incidente ocorreu na manhã de sexta-feira, na unidade prisional de Leiria-Jovens. Um guarda abriu a cela para entregar o pequeno-almoço e o detido atacou-o com um murro. Um segundo guarda, que assistia, também foi agredido, mas com menor gravidade. Ambos receberam tratamento médico e já estão em casa.

O agressor teve de ser imobilizado com o auxílio de mais guardas e está numa cela de separação. Enfrenta, neste momento, um processo disciplinar interno. A transferência para a prisão de Monsanto, em Lisboa, está a depender da decisão do Diretor-Geral dos Serviços Prisionais.

Transferência para Monsanto

Segundo informações recolhidas pelo CM, a transferência deverá depender de decisão administrativa, com a possível deslocação para a unidade de alta segurança de Monsanto, caso haja justificação de riscos ou de segurança. O processo disciplinar corre paralelamente à avaliação de requisitos de transferência.

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