- O Ministério Público acusa uma educadora de infância, duas auxiliares de ação educativa e a diretora de um infantário no concelho do Seixal de maus-tratos e ofensa à integridade física qualificada, durante o ano de dois mil e vinte e quatro.
- As vítimas são alunas com três e quatro anos, incluindo uma com atraso na fala e perturbação do espetro autista.
- Os abusos incluíram pontapés, empurrões, chapadas na cara, cabeça, barriga e nádegas, além de insultos e discriminação.
- Os termos usados contra as crianças incluíam apelidos como palhaços, atrasados mentais, o que gerou violência física e psicológica.
- A acusação envolve dez crimes e o MP já abriu processo.
O Ministério Público apresentou acusações envolvendo maus-tratos a 10 crianças de 3 e 4 anos num infantário no concelho do Seixal, ocorridos ao longo de 2024. O caso envolve agressões físicas e insultos dirigidos aos menores.
As pessoas acusadas são uma educadora de infância, duas auxiliares de ação educativa e a diretora do estabelecimento. Respondem por 10 crimes de maus-tratos e ofensa à integridade física qualificada.
As vítimas, todas alunas do infantário, sofreram pontapés, empurrões e chapadas na cara, cabeça, barriga e nádegas. Os menores foram ainda alvo de insultos discriminatórios e termos depreciativos, segundo o MP.
Enquadramento
O processo corre sob a guarda do Ministério Público, com investigação em curso. O objetivo é apurar as circunstâncias e confirmar a veracidade das acusações apresentadas.
Vidas das crianças
Entre as vítimas, há uma criança com atraso na fala e outra com perturbação do espetro autista. A denúncia descreve de modo claro episódios de agressão ocorridos durante o ano de 2024.
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