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16 arguidos absolvidos por branquear 124 milhões no Casino da Póvoa

Justiça absolve 16 arguidos acusados de lavar 124 milhões no Casino da Póvoa por falta de prova de mercadorias sem fatura e de origem do dinheiro

Dinheiro era convertido em fichas que depois eram trocadas por notas de 500 euros no Casino da Póvoa
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  • Seisteen arguidos foram absolvidos no Tribunal de Matosinhos no caso do Casino da Póvoa, onde estavam acusados de “lavar” 124 milhões de euros.
  • O veredicto determina que o relatório da Autoridade Tributária não provou a venda de mercadorias não faturadas, levando à rejeição das acusações de fraude fiscal e branqueamento de capitais.
  • Os arguidos incluíam doze empresários chineses e quatro entidades, que enfrentavam acusações de associação criminosa, fraude fiscal agravada e branqueamento de capitais.
  • Segundo a acusação do Ministério Público, o grupo teria operado um esquema ao longo de cinco anos para efectuar vendas sem faturação, sobretudo de vestuário e calçado, para evitar impostos.
  • A decisão mantém-se apenas sobre o facto de não ter ficado provada a origem ilícita do dinheiro, o que influenciou a absolvição dos crimes associados.

Os 16 arguidos acusados de lavar 124 milhões de euros no Casino da Póvoa foram absolvidos esta quarta-feira pelo Tribunal de Matosinhos. A acusação envolve 12 empresários chineses e 4 empresas.

Os juízes entenderam que o relatório da Autoridade Tributária (AT) não demonstrou a venda de mercadorias não faturadas, elemento central da acusação de fraude fiscal. Sem prova da origem ilícita do dinheiro, não houve also de branqueamento.

Ao longo de cinco anos, o grupo teria implementado um esquema para efetuar vendas sem faturação, sobretudo de vestuário e calçado, com o objetivo de evitar impostos. A acusação apontava para uma associação criminosa.

Os arguidos respondiam por associação criminosa, fraude fiscal agravada e branqueamento de capitais. A defesa argumentou que as operações não configuraram ilícitos, o que acabou por conduzir à absolvição.

A decisão encerra o processo contra os 16 arguidos, sem que sejam provadas as suposições de venda não faturada ou de origem ilícita dos fundos, de acordo com a sentença proferida no tribunal.

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