- O músico Ricardo Ferreira, conhecido como o ‘Ás da Concertina’, é acusado de plágio por supostamente ter copiado várias músicas de Maria Júlia da Cunha Ferreira, sua antiga aluna, incluindo a faixa ‘O Problema do Ricardo’.
- Supostamente, seis canções teriam sido copiadas, com obras como ‘A Gata Marota’, ‘Quem dança é muito mais feliz’ e ‘Põe os braços no ar’ apresentando letras iguais, com pequenas alterações de tempo ou termos.
- Uma das músicas copiadas terá passado na novela da TVI, Festa é Festa; o álbum Radar, alegadamente registado por Ricardo Ferreira, conteria músicas que não seriam da sua autoria.
- O caso começa a ser julgado no Tribunal de Felgueiras, após denúncia de Maria Júlia da Cunha Ferreira; a Inspectora Geral das Atividades Culturais realizou um exame pericial que confirmou seis cópias entre dez músicas analisadas.
- O Ministério Público sustenta que o arguido não possuía autorização da autora e produtora para utilizar a obra, e que reproduziu a composição com alterações para beneficiar a reprodução, distribuição e veiculação em plataformas como o YouTube e em televisão. O julgamento começa na próxima quarta-feira.
O Ministério Público acusa Ricardo Ferreira, conhecido como o Ás da Concertina, de plagiar seis músicas atribuídas a Maria Júlia da Cunha Ferreira. Entre elas está O Problema do Ricardo, tema que integrou a banda sonora da novela Festa é Festa da TVI.
A denúncia indica que o arguido registou o álbum Radar, com músicas alegadamente não originais, e que agiu com conhecimento de que a sua conduta era proibida. Júlia Ferreira foi aluna de concertina do alegado plagiarista.
O caso começa a ser julgado no Tribunal de Felgueiras na próxima semana, segundo a acusação. O perito da Inspeção Geral das Atividades Culturais teria identificado semelhanças entre as obras, incluindo letras idênticas com pequenas alterações.
Entre as canções apontadas estão A Gata Marota, Quem dança é muito mais feliz e Põe os braços no ar, todas com estruturas e letras semelhantes às originais, conforme o MP.
O MP sustenta que o arguido não possuía autorização da autora nem da produtora para utilizar, reproduzir ou distribuir as obras. Alega ainda que houve reprodução, distribuição e veiculação no YouTube e em televisão, sem remuneração ou consentimento. O julgamento inicia-se na quarta-feira.
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