- A Polícia Judiciária do Porto apreendeu perto de setecentos mil euros escondidos no cofre de uma empresa de segurança privada, alegadamente provenientes de fraude fiscal e à Segurança Social, com quatro arguidos já constituídos.
- A investigação envolve os administradores da empresa e um terceiro com funções de gestão de pessoal, que teriam camuflado o pagamento de trabalho suplementar para evitar obrigações fiscais e contributivas, causando prejuízo ao erário público superior a três milhões de euros.
- Na operação, além dos quatro arguidos, uma outra pessoa foi detida por posse de arma ilegal; foram ainda apreendidos numerário, material informático e documentação de gestão de recursos humanos.
- Entre o dinheiro no cofre e as buscas iniciais, foram apreendidos mais de um milhão de euros suspeitos de proveniência fraudulenta.
- Os arguidos são suspeitos de associação criminosa, fraude contra a Segurança Social, fraude fiscal e falsidade informática.
Na Polícia Judiciária do Porto houve uma operação que culminou na apreensão de perto de 700 mil euros, escondidos num cofre de um banco. O dinheiro é alegadamente proveniente de fraude fiscal e à Segurança Social praticada por administradores de uma empresa de segurança privada.
A investigação resultou na constituição de quatro arguidos, entre os quais se encontram os administradores da empresa e um elemento de gestão de pessoal. O Ministério Público e a PJ apontam para um esquema de camuflagem de trabalho suplementar para reduzir obrigações fiscais e contributivas.
Durante as diligências, foram ainda detidas outra pessoa por posse de arma ilegal. Além do dinheiro, foram apreendidos dispositivos informáticos, smartphones e portáteis, registos de gestão de recursos humanos e uma arma com munições, segundo a PJ.
Montante apreendido e perícia
Entre o que estava no cofre e as apreensões iniciais, a Polícia Judiciária contabiliza mais de um milhão de euros, sob suspeita defraude. Os arguidos enfrentam acusações de associação criminosa, fraude à Segurança Social, fraude fiscal e falsidade informática.
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