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Julgamento de burla qualificada envolve traição ou ganância

Julgamento por burla qualificada envolve emigrante de setenta e um anos, dois advogados e a mãe de um deles, sobre empréstimo de 232 mil euros para lar em Palmela

Processo decorre no Tribunal da Marinha Grande
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  • O Tribunal da Marinha Grande adiou para 12 de maio a leitura da sentença do processo em que um emigrante de 71 anos acusa dois advogados e a mãe de um deles de burla qualificada, relacionada com um empréstimo de 232 mil euros para a compra de um lar de idosos em Palmela.
  • O empréstimo teve como objetivo a aquisição de um lar de idosos em Palmela.
  • Nas alegações finais, o Ministério Público limitou-se a pedir justiça.
  • O defensor do emigrante alegou traição e um plano para a advogada e a outra arguida ficarem com o dinheiro.
  • As defesas dos arguidos acusaram o emigrante de ganância, chamando-o agiota.

O Tribunal da Marinha Grande marcou para 12 de maio a leitura da sentença no processo em que um emigrante de 71 anos acusa dois advogados e a mãe de um deles de burla qualificada, ligada a um empréstimo de 232 mil euros para a aquisição de um lar de idosos em Palmela.

Segundo a acusação, o empréstimo destinava-se à compra do lar e envolve o alegado envolvimento dos advogados e da mãe de um deles. O processo está a decorrer no tribunal da região.

Nas alegações finais, o Ministério Público pediu apenas justiça no veredicto, sem especificar penas. O advogado do emigrante descreveu o caso como uma traição e indicou a existência de um suposto plano para apropriação do dinheiro pela advogada e pela outra arguida.

A defesa dos arguídos sustenta que houve ganância por parte do emigrante, chegando a o catalogar como agiota, numa leitura que confronta com a narrativa da denúncia. O julgamento segue para decisão em 12 de maio, no tribunal da Marinha Grande.

Progresso do processo

O empréstimo de 232 mil euros foi solicitado para a compra de um lar de idosos em Palmela, de acordo com a acusação. O caso envolve as funções profissionais dos advogados e a relação com o empréstimo, que está no centro das acusações de burla qualificada.

O tribunal ainda não divulgou detalhes sobre eventuais testemunhas ou provas que venham a influenciar a leitura da sentença. As partes mantêm-se sob segredo processual até ao acórdão.

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