- Quatro pessoas foram detidas no inquérito da Polícia Judiciária sobre corrupção e crimes económicos relacionados com iluminação festiva.
- A empresa envolvida terá conseguido contratos ilegais no valor de oito milhões de euros para iluminações de Natal e outras festas.
- A operação, chamada pela PJ de “Lúmen”, incluiu 26 buscas domiciliárias e não domiciliárias em várias zonas do país.
- Entre os detidos estão um administrador, um funcionário de uma empresa privada, uma presidente de associação privada e um funcionário público.
- O inquérito, que tem origem numa denúncia de violação da contratação pública, envolve suspeitas de corrupção ativa e passiva, participação económica em negócio, abuso de poder e associação criminosa.
Quatro pessoas foram detidas no âmbito de um inquérito que investiga crimes de corrupção e crimes económicos ligados à contratação de iluminações festivas. A empresa suspeita terá obtido contratos no valor de oito milhões de euros de forma supostamente ilegal. A operação envolve buscas em diferentes zonas do país.
A investigação, dirigida pela Directoria do Norte da Polícia Judiciária, teve origem numa denúncia sobre viciação de contratos públicos relacionados com iluminations para Natal e outras celebrações. Indícios apontam para um esquema organizado e sistémico.
Na operação, denominada pela PJ como Lúmen, foram realizadas 26 buscas, domiciliárias e não domiciliárias, em entidades públicas e privadas. Participaram um magistrado, um procurador do DIAP do Porto, 120 investigadores, peritos informáticos, peritos financeiros e seguranças de várias unidades.
Detidos e envolvimento
Os detidos incluem um administrador e um funcionário de uma empresa privada, uma presidente de associação privada e um funcionário público. Em causa estão suspeitas de corrupção ativa e passiva, participação económica em negócio, abuso de poder e associação criminosa.
À espera de novo desenvolvimento
Os detidos serão apresentados a um juiz no Tribunal de Instrução Criminal do Porto para primeiro interrogatório e aplicação de medidas de coação. O inquérito segue sob a jurisdição da DIAP do Porto, com a participação de diversas áreas da PJ.
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