- Documentos do Departamento de Justiça dos EUA relacionados à rede de Epstein mostram fotografias de um quadro e de uma escultura que ele dizia serem da mãe do seu filho.
- A notícia reacende a hipótese de que Epstein poderia ter tido mesmo um filho, após um email de Sarah Ferguson, datado de 21 de setembro de 2011, que lhe desejava felicidades pelo nascimento.
- Mark Epstein, irmão do magnata, negou o nascimento na altura.
- O The Times indica que os documentos agora revelados alimentam a possibilidade de Epstein ter mais do que um filho.
- De acordo com depoimento a FBI, uma vítima afirma que Epstein ostentava as peças no apartamento de Manhattan; outra testemunha diz que a filha foi retirada logo após o nascimento, com supervisão de Ghislaine Maxwell.
O quadro e a escultura que Epstein alegava serem da mãe do seu filho voltam a surgir no debate público sobre a possibilidade de o empresário ter tido descendência. As peças aparecem em documentos do Department of Justice dos EUA, integrados às investigações sobre a rede criminosa ligada ao pedófilo.
Segundo o New York Post, uma das vítimas de Epstein, uma modelo que foi abusada na adolescência, disse ao FBI que ele exibiria no apartamento de Manhattan uma pintura e um busto identificados como da mãe do seu filho. O depoimento foi recolhido em janeiro de 2020, cinco meses após a morte de Epstein na prisão.
Contexto e investimentos
O The Times destaca que os documentos agora tornados públicos levantam a hipótese de Epstein ter tido mais de um filho. O testemunho da adolescente, ainda não verificado publicamente, aponta para a alegação de que uma filha lhe foi retirada minutos após o nascimento, com supervisão de Ghislaine Maxwell, aliada de Epstein.
Repercussão e próximos passos
As provas incluem imagens das peças mencionadas e referências a declarações de pessoas envolvidas nas investigações. O material faz parte de um conjunto maior de registros que as autoridades utilizam para entender possíveis ligações familiares do empresário com a rede criminosa.
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