- O ex-presidente Jair Bolsonaro foi internado nos cuidados intensivos de um hospital em Brasília, com pneumonia.
- Os médicos dizem que apresentou febre alta, baixos níveis de oxigénio, sudorese e calafrios; exames confirmaram broncopneumonia, possivelmente causada por aspiração.
- A pneumonia é considerada grave em doentes com mais de 70 anos, com risco de evoluir para septicemia, segundo um dos médicos.
- Bolsonaro encontra-se a receber tratamento intravenoso em ambiente hospitalar, tornando improvável o regresso à prisão nos próximos dias, conforme o cardiologista do paciente.
- A família tem pedido ao Supremo Tribunal que permita cumprir pena em prisão domiciliária por razões de saúde; o tribunal já negou o pedido, mantendo a transferência para uma cela maior ocorrida em janeiro.
Jair Bolsonaro, ex-presidente do Brasil, foi internado na unidade de cuidados intensivos de um hospital de Brasília para tratar uma broncopneumonia. A informação foi divulgada por médicos na sexta-feira.
O paciente apresentou febre alta, baixa oxigenação, suores e calafrios. Os exames confirmaram broncopneumonia, possivelmente provocada por aspiração, segundo os médicos envolvidos no caso.
Um dos médicos que acompanha Bolsonaro explicou que, em pessoas com mais de 70 anos, a pneumonia pode evoluir para septicemia, exigindo tratamento intensivo. A evolução do quadro depende da resposta ao tratamento.
Na sexta-feira, o filho mais velho informou nas redes sociais que o pai seria transferido da prisão para o hospital após acordar com calafrios e vómitos. Flávio Bolsonaro pediu orações pela gravidade.
O médico-cardiologista responsável enfatizou que é improvável que Bolsonaro retorne à prisão nos próximos dias, dadas as necessidades de tratamento intravenoso em ambiente hospitalar. A família tem pedido ao Supremo Tribunal que permita prisão domiciliar por saúde.
A defesa de Bolsonaro tem buscado medidas alternativas à prisão para o ex-presidente. O Supremo já recusou pedidos anteriores, mas houve movimentação sobre o regime de cumprimento da pena. Bolsonaro cumpre uma condenação que, segundo a justiça, soma 27 anos.
A cobertura internacional acompanhou a disputa judicial e as repercussões políticas, com o ex-presidente Donald Trump a comentar o caso, e tarifas sobre o Brasil a serem revistas conforme desdobramentos. A orientação médica permanece centrada no tratamento hospitalar.
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