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Tribunal mantém pena de 25 anos para homicida do Centro Ismaili

Tribunal mantém 25 anos de prisão para Abdul Bashir pelos homicídios no Centro Ismaili, rejeitando inimputabilidade

As vítimas mortais trabalhavam no serviço de apoio aos refugiados do Centro Ismaili
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  • O Tribunal Central Criminal de Lisboa manteve a pena de 25 anos de prisão ao homem que confessou ter morto duas mulheres no Centro Ismaili, em lisboa, em 2023, recusando a inimputabilidade.
  • O colegiado considerou que a factualidade permanece e que, apesar de Abdul Bashir ter sido diagnosticado com esquizofrenia e perturbação de personalidade mista, no momento dos factos não ficou provado que estivesse sob efeito da doença.
  • O Supremo Tribunal de Justiça anulou, em fevereiro, o acórdão anterior por não ter sido comunicado ao arguido que deixara de ser inimputável, ordenando a repetição parcial do julgamento.
  • Antes desta decisão, as partes defenderam que Abdul Bashir fosse considerado inimputável com aplicação de uma medida de segurança, enquanto o Ministério Público pedia internamento por ato de anomalia psíquica grave.
  • O caso remonta a 28 de março de 2023, quando o cidadão afegão matou duas mulheres, de 24 e 49 anos, que trabalhavam no Centro Ismaili, e tentou atacar outros frequentadores; o arguido sustentou legítima defesa durante o julgamento, que começou em dezembro de 2024.

O Tribunal Central Criminal de Lisboa manteve a pena de 25 anos de prisão para Abdul Bashir, o homem que confessou ter morto duas mulheres no Centro Ismaili, em Lisboa, em 2023. O tribunal recusou considerar o arguido inimputável.

A factualidade foi considerada integral pelo coletivo, apesar de Bashir ter sido diagnosticado com esquizofrenia e perturbação de personalidade mista. Não ficou provado que estivesse sob o efeito de doença no momento dos factos.

O acórdão sucede a uma sequência de decisões: o Supremo Tribunal de Justiça anulou, em fevereiro, o acórdão anterior por não ter sido comunicado ao arguido que deixara de ser inimputável, ordenando uma repetição parcial do julgamento.

Antes da decisão, o Ministério Público e a defesa defenderam a inimputabilidade com aplicação de uma medida de segurança. O caso ocorreu em 28 de março de 2023, envolvendo trabalhadores do Centro Ismaili e outros frequentadores do espaço.

Bashir foi acusado de 11 crimes, incluindo dois homicídios agravados, seis tentativas de homicídio agravadas e detenção de arma proibida. O arguido esteve detido, em prisão preventiva, desde o dia do ataque.

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