- Cinco arguidos ligados aos No Name Boys confessaram ter atirado objetos na direção de agentes da polícia durante um jantar de Natal em 2024.
- O encontro ocorreu no restaurante Wok City, no Cacém, Sintra, reunindo cerca de trezentos membros do grupo.
- Segundo a acusação, foram usados petardos e foguetes dentro do estabelecimento, provocando pânico, perda de visibilidade e dificuldades respiratórias.
- À chegada das forças policiais, os agentes foram insultados e alvo de arremessos de objetos.
- Os arguidos negaram, no entanto, o uso de artigos de pirotecnia no interior do restaurante.
Cinco arguidos ligados aos No Name Boys confessaram ter atirado objetos na direção de agentes policiais durante um jantar de Natal em 2024, num restaurante asiático do Cacém, no concelho de Sintra. A confissão ocorreu no âmbito do julgamento que arrancou no Tribunal de Sintra, onde os arguidos negaram o uso de artigos de pirotecnia no interior do espaço.
Segundo a acusação, o jantar no restaurante Wok City reuniu cerca de 300 membros do grupo organizado de adeptos do Sport Lisboa e Benfica. Foram alegadamente usados petardos e foguetes no interior do estabelecimento, provocando pânico entre os presentes, perda de visibilidade e dificuldades respiratórias. Quando as forças policiais chegaram ao local, foram insultadas e alvo de arremesso de objetos.
Durante o julgamento, que arrancou na quinta-feira, os arguidos negaram o uso de artigos de pirotecnia no interior do estabelecimento.
Contexto do caso
A Procuradoria descreve que o encontro decorreu sem incidentes iniciais até a chegada da polícia, momento em que os presentes teriam reagido com atitudes agressivas e objetos arremessados. O objectivo do processo é esclarecer a responsabilidade individual de cada arguido, bem como confirmar a extensão do impacto sobre os presentes e sobre os agentes.
Perspectivas do julgamento
As linhas centrais do processo passam pela avaliação de provas apresentadas pela acusação e pela defesa, com declarações a decorrer ao longo do julgamento. O desfecho dependerá da avaliação de testemunhos, imagens de videovigilância e apenas as conclusões formais poderão determinar culpabilidade ou inocência.
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